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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Temer encaminha projeto sobre auxílio-inclusão a pessoa com deficiência



O presidente Michel Temer encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei que dispõe sobre o auxílio-inclusão para a pessoa com deficiência moderada ou grave, de que trata o artigo 94 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A informação consta de mensagem publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira, 30. O teor da proposta não foi divulgado. 


Pela lei, terá direito ao auxílio a pessoa com deficiência moderada ou grave que: receba o benefício de prestação continuada e que passe a exercer atividade remunerada que a enquadre como segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social (RGPS); e tenha recebido, nos últimos cinco anos, o benefício de prestação continuada e que exerça atividade remunerada que a enquadre como segurado obrigatório do RGPS.

 
Resumidamente, quando esta lei de fato entrar em vigor as pessoas com deficiência que recebem o benefício de prestação continuada BPC-LOAS poderão trabalhar de carteira assinada que não perderá imediatamente o benefício, mas sim, gradativamente. 


sábado, 8 de dezembro de 2018

Mulher com deficiência que foi mantida em cativeiro por 10 anos diz que sobreviveu pelas orações


Filadélfia, nos Estados Unidos, encontrou quatro portadores de deficiências trancados em um porão. Tamara Breeden, 36 anos, e outras três pessoas foram alvo de uma esquema de fraude para roubar sua aposentadoria por invalidez.

Uma das vítimas foi acorrentada à caldeira do porão, outra foi forçada a ficar nos armários sob a pia da cozinha. Breeden lembra que sofreu abusos, era forçada a urinar em um balde e dormia em uma tábua dura.

Em recente entrevista à NBC Philadelphia, Breeden revelou que sofria frequentes agressões de Linda Westin e outros dois homens. No entanto, ela conseguia se manter firme por causa de sua fé.


“Eu continuei orando a Jesus, orando a Deus, esperando voltar para casa e para minha família”, afirmou. Essas orações foram respondidas em outubro de 2011, quando um proprietário de terras soube das reféns escondidas no porão.


Westin fazia amizade com as vítimas com o propósito de receber seus benefícios da Previdência Social. Os promotores federais dos EUA dizem que nunca viram um caso como este.

Por mais de uma década, as autoridades contam que Westin e sua equipe mudaram suas vítimas de estado para estado, forçando-as a viver em condições deploráveis.


“Ela mentiu todos os meses para a Administração da Previdência Social sobre o uso do dinheiro”, disse o promotor norte-americano Richard Barrett. Pelo menos uma dúzia de vítimas foram sequestradas, incluindo algumas que morreram em cativeiro.


Westin está cumprindo uma sentença de prisão perpétua com adição de 80 anos em uma prisão em Virgínia Ocidental. Em setembro, o cúmplice Eddie Wright foi condenado a 27 anos de prisão. Outros dois homens também foram acusados ​​e condenados no caso.

Breeden, que deu à luz filhos em cativeiro, agradece pelo fim do pesadelo que viveu por uma década. “Sou simplesmente livre. Me sinto bem. Me sinto feliz”, disse ela.

Via: www.gospelgeral.com.br e Cantinho dos Cadeirantes


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

MEC quer que alunos com deficiência possam frequentar apenas escolas e classes especiais


Termina nesta sexta-feira (23) a consulta pública sobre o texto preliminar do novo marco regulatório da educação especial, que permitirá a estudantes com deficiência frequentar apenas escolas e classes especiais, ou seja, deixar de frequentar as escolas regulares. De acordo com a nova Política Nacional de Educação Especial, a escola especial é indicada “quando barreiras nas escolas comuns não forem superadas, para a garantia da efetiva aprendizagem, participação e igualdade de oportunidades”. Grande parte dos pais, educadores e especialistas estão se manifestando contra a proposta.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a proposta é atualizar a legislação vigente. Atualmente, há mais de um milhão de matrículas de estudantes do ensino especial nas escolas públicas e privadas da educação básica. O texto, no entanto, traz pontos considerados polêmicos, como as escolas especiais. Para a advogada e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Ana Cláudia Mendes de Figueiredo, permitir que a escolarização dos alunos com deficiência deixe de acontecer nas escolas e classes regulares “é um retrocesso”. A entidade participou das reuniões, junto com outros especialistas na área, mas diz que nenhuma de suas sugestões e ponderações foi contemplada.

Ana Cláudia defende que esses estudantes frequentem classes tradicionais e que as escolas sejam adequadas para recebê-los. Segundo ela, o texto proposto promove a segregação de alunos que “não conseguem acompanhar” ou ter pleno êxito escolar medido por avaliações e retoma “modelo médico da deficiência, pautado na incapacidade e na incompetência do aluno”.

O novo marco é, no entanto, elogiado pela coordenadora nacional de Educação e Ação Pedagógica da Federação Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), Fabiana Maria das Graças Oliveira. “Temos alunos que têm necessidade de ajuda e apoio intenso e adaptações significativas que dificilmente conseguiriam estar em uma escola comum. A escola especial é só esse caso”.

Segundo a relatora da Comissão de Educação Especial do CNE, Suely Menezes, a política, criada em 2008, ainda não está plenamente em prática. “A política de 2008 colocou o aluno com deficiência nas classes regulares. A política é estabelecida dentro de uma visão internacional que puxa o Brasil para adotar esses conceitos e atitudes internacionais, mas o Brasil não estava muito preparado”, diz.



quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Projeto isenta de IPI compra de cadeira de rodas


Projeto que libera de imposto a aquisição de cadeira de rodas está pronto para ser votado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 130/2011, do ex-senador Pedro Taques, tem parecer favorável na forma de um substitutivo da relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

O projeto original isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) as aquisições, por pessoa com deficiência, de cadeira de rodas. Além disso, a proposta também estabelece alíquota zero da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre as vendas de cadeiras de rodas a pessoas com deficiência.

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou a proposta com apenas emendas para alterar a expressão “pessoa portadora de deficiência física” para “pessoa com deficiência”.

De acordo com a relatora, as cadeiras de rodas, atualmente, já têm alíquota zero de IPI. No entanto, o Poder Executivo é livre para majorar o IPI do produto, em até 30%. A isenção não se confunde com alíquota zero, porque tem caráter perene e só pode ser revogada por outra lei aprovada pelas duas Casas do Congresso Nacional.

No substitutivo, a relatora adequou o projeto a atualizações de decreto e também suprimiu que a cadeira de rodas deve ser comprada por uma pessoa com deficiência.

— Se a isenção subjetiva não for suprimida, o projeto poderá piorar a situação dos cadeirantes, pois os submeterá a burocracia semelhante à existente na compra de automóveis. No substitutivo proposto, readequamos o texto do PLS de forma que não mais haja qualquer referência à condição do adquirente — explicou Lídice.

Lídice também tirou a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, que atualmente já está em vigor. Ao final, o substitutivo ficou apenas com dois artigos. O primeiro para isentar do IPI as cadeiras de rodas e o segundo para dizer que a lei entra em vigor na data de sua publicação.

Se for aprovado pela CAE, o projeto seguirá diretamente à Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação em Plenário.



Via: Senado e Cantinho dos Cadeirantes


terça-feira, 27 de novembro de 2018

Idoso condenado por estuprar e engravidar jovem com deficiência é preso



O homem, de 64 anos, foi sentenciado a oito anos de reclusão pelo crime cometido em 2010.Em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça, nesta terça-feira (20), um idoso de 64 anos de idade foi preso na localidade de Osório, no litoral norte do Rio Grande do Sul, após ser condenado pelo estupro de uma menina com deficiência de 16.


De acordo com a Polícia, o homem foi julgado e sentenciado a oito anos de reclusão pela Justiça referente ao crime, que ocorreu em 2010, quando o acusado, que era vizinho da vítima, aproveitou-se de uma situação e abusou da jovem no interior de um galpão.


Com o crime realizado pelo homem, a menina acabou ficando grávida e o caso acabou sendo investigado pela polícia da região de Osório.


Com as investigações, o homem acabou sendo descoberto por conta de um exame de DNA realizado pela Justiça.

Segundo o delegado responsável pelo caso, João Henrique Gomes, o acusado foi condenado por estupro de vulnerável, por conta de a vítima ter doença mental.


O homem foi localizado pela polícia dentro de sua própria residência, na região de Várzea do Padre, e foi levado para a delegacia, e, logo em seguida, encaminhado para uma unidade prisional da região onde cumprirá sua pena em regime fechado.


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Estudante supera paralisia cerebral e faz mestrado em psicologia

Superar os limites sempre foi a vida da estudante Gabriela Garcia Ceron. Ela, que hoje tem 32 anos, foi diagnosticada ainda na infância com paralisia cerebral. O prognóstico dos médicos não era dos melhores, não teria vida escolar, social, como conta a mãe. Mas com o tempo, Gabriela mostrou uma força de vontade incomum e se prepara agora para fazer mestrado.
A jovem é psicóloga formada e agora vai fazer mestrado na Famerp, a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP), uma das mais concorridas do país, contrariando o destino e os diagnósticos médicos que ela recebeu logo depois de nascer.
Gabriela depende sempre de alguém para fazer as coisas mais simples do dia a dia e mesmo assim está sempre alegre. “Ela nunca teve medo de se mostrar, de buscar o que quer, ela sempre se aceitou e procurou fazer da melhor maneira possível as coisas dela”, afirma a mãe, Ana Maria Ceron.
Gabriela nasceu em 1984 e aparentemente perfeita. Mas por conta de complicações no parto, alguns meses depois foi constatado que a menina tinha paralisia cerebral. O diagnóstico foi um golpe duro para toda família.
Na época os médicos não foram nada animadores. “Falaram que o prognóstico era reservado, o que significa que chance de vida escolar, ter uma vida social, seria muito remota”, relembra a mãe.
Mas Ana e o pai de Gabriela, Hélio Rubens, se recusaram a aceitar. Unidos, decidiram a partir daquele momento que todos os limites que lhe estavam sendo impostos seriam superados. “Esse é o primeiro pensamento, vencer a angústia do diagnóstico e começar a preparar o caminho para o futuro, pensando na maior normalidade possível. O amor faz com que a criança possa se desenvolver”, diz a mãe.
É claro que Gabriela também ajudou nesse processo. Ela adora estudar, desde pequena, passa horas no computador e também gosta de ler e ouvir música. “Ela é dedicada no estudo, tanto é que almoçava e já ia estudar novamente a tarde toda, para chegar onde chegou”, afirma.
Mesmo com todas as dificuldades, Gabriela conseguiu concluir os ensinos fundamental e médio e entrar na faculdade. Embora tenha feito a prova, a mãe teve que brigar para que a jovem fosse aceita na faculdade. “Quando terminou o vestibular, saiu a classificação e contava o nome dela como desclassificada. Averiguando vimos que tinham zerado ela em redação. Fomos atrás para corrigir a prova de redação, tinham zerado sem ler, foi corrigida, ela passou no vestibular e começou a cursar”, afirma.

Agora aos 32 anos, além de formada em psicologia, Gabriela também fez especialização em educação especial inclusiva. “Eu amo compreender o ser humano”, diz Gabriela.
Para Gabriela nada é impossível, não existe obstáculo que ela não consiga ultrapassar. A psicóloga fez agora a matrícula no curso de pós-graduação do curso de psicologia na Faculdade de Medicina de Rio Preto, uma das mais concorridas do país.
Ela se inscreveu no mestrado, fez a prova e foi aprovada. Nos próximos dois anos vai ser na Famerp que ela vai estudar. A prova foi em inglês e Gabriela surpreendeu os organizadores. “Ela foi bem na prova, obteve média acima da média estabelecida”, afirma Adília Maria Pires Sciarra, professora da Famerp.
Esta é a primeira vez que a Famerp recebe uma aluna de mestrado com essa deficiência. A faculdade também está tendo que se adaptar. “Tivemos o acesso a um dispositivo tecnológico chamado Reader Speaker, onde tem a disponibilidade da verbalização via web. Ela fará os textos, vai armazenar no dispositivo e ele fará a leitura na oralidade”, afirma a professora.
As aulas começam em março. Fizeram a prova 34 candidatos para concorrer a 28 vagas. O tempo de prova foi de 3 horas, mas, de acordo com a lei brasileira, Gabriela teve uma hora e meia a mais para a realização.
FONTE-G1

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Decreto estabelece que candidatos com deficiência farão provas físicas de concursos sem adaptação

Decreto publicado no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (31) exclui a previsão de adaptação das provas físicas de concursos públicos para candidatos com deficiência e estabelece que os critérios de aprovação poderão seguir os mesmos que são aplicados aos demais candidatos. 


Com a divulgação do decreto nº 9.546, o decreto nº 9.508, de 24 de setembro de 2018, passa a vigorar com as seguintes alterações:

III - a previsão de adaptação das provas escritas e práticas, inclusive durante o curso de formação, se houver, e do estágio probatório ou do período de experiência, estipuladas as condições de realização de cada evento e respeitados os impedimentos ou as limitações do candidato com deficiência;

IV - a exigência de apresentação pelo candidato com deficiência, no ato da inscrição, de comprovação da condição de deficiência nos termos do disposto no § 1º do art. 2º da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, sem prejuízo da adoção de critérios adicionais previstos em edital;


V - a sistemática de convocação dos candidatos classificados, respeitado o disposto nos § 1º e § 2º do art. 1º; e


VI - a previsão da possibilidade de uso, nas provas físicas, de tecnologias assistivas que o candidato com deficiência já utilize, sem a necessidade de adaptações adicionais, inclusive durante o curso de formação, se houver, e no estágio probatório ou no período de experiência."


§ 4º Os critérios de aprovação nas provas físicas para os candidatos com deficiência, inclusive durante o curso de formação, se houver, e no estágio probatório ou no período de experiência, poderão ser os mesmos critérios aplicados aos demais candidatos, conforme previsto no edital."


5% das vagas reservadas

O decreto nº 9.508 reserva às pessoas com deficiência percentual de cargos e de empregos públicos ofertados em concursos públicos e em processos seletivos no âmbito da administração pública federal direta e indireta.

Entre as normas estão a reserva às pessoas com deficiência de, no mínimo, 5% das vagas oferecidas para o provimento de cargos efetivos e para a contratação por tempo determinado, e a igualdade de condições com os demais candidatos no que diz respeito ao conteúdo das provas, avaliação e critérios de aprovação, horário e local de aplicação das provas e nota mínima exigida para os demais candidatos.

Assim, com a alteração, a igualdade de condições também fica estendida para os critérios de aprovação nas provas físicas.

O decreto estabelece ainda que órgão responsável pela realização do concurso ou processo seletivo terá a assistência de equipe multiprofissional composta por três profissionais capacitados e atuantes nas áreas das deficiências do candidato, dentre os quais um médico, e três profissionais da carreira a que concorrerá o candidato.


Essa equipe multiprofissional emitirá parecer que observará as informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição; a natureza das atribuições e das tarefas essenciais do cargo, do emprego ou da função a desempenhar; a viabilidade das condições de acessibilidade e as adequações do ambiente de trabalho na execução das tarefas; a possibilidade de uso, pelo candidato, de equipamentos ou de outros meios que utilize de forma habitual; e o resultado da avaliação.

No anexo do decreto, são elencadas as tecnologias assistivas e adaptações para a realização de provas em concursos públicos e em processos seletivos, sem prejuízo de adaptações razoáveis que se fizerem necessárias.

Ao candidato com deficiência visual:

 prova impreressa em braille;
-prova impressa em caracteres ampliados, com indicação do tamanho da fonte;
-prova gravada em áudio por fiscal ledor, com leitura fluente;
-prova em formato digital para utilização de computador com software de leitura de tela ou de ampliação de tela; e
designação de fiscal para auxiliar na transcrição das respostas


Ao candidato com deficiência auditiva:

prova gravada em vídeo por fiscal intérprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras, nos termos do disposto na Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, preferencialmente com habilitação no exame de proficiência do Programa Nacional para a Certificação de Proficiência no Uso e Ensino da Libras e para a Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa - Prolibras; e

autorização para utilização de aparelho auricular, sujeito à inspeção e à aprovação pela autoridade responsável pelo concurso público ou pelo processo seletivo, com a finalidade de garantir a integridade do certame;

Ao candidato com deficiência física:


mobiliário adaptado e espaços adequados para a realização da prova;
-designação de fiscal para auxiliar no manuseio da prova e na transcrição das respostas; e
facilidade de acesso às salas de realização da prova e às demais instalações de uso coletivo no local onde será realizado o certame

FONTE-G1