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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Passeios turísticos são adaptados para pessoas com deficiência física em Alagoas


As praias e lagoas paradisíacas de Alagoas são atrativos turísticos para todo mundo, mas para todo mundo mesmo. Diversos passeios estão adaptados para receber pessoas com alguma deficiência física.


Na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, a 30 km de Maceió, a prática de stand up paddle é inclusiva. A bailarina Gabriela Amorim aproveitou para curtir um pouco do esporte, que até então não sabia que era possível praticar.


"Eu nunca ia saber que tinha essa opção de fazer stand up paddle pra cadeirante. Foi uma experiência incrível, eu amo ter contato com a água, é muito maravilhoso poder me sentir livre, flutuando, é uma sensação indescritível", contou a bailarina.



A fisioterapeuta Aline Gomes, que não enxerga, também se aventurou na prancha de SUP.


"Tudo o que eu não consigo fazer em terra como pessoa com deficiência, eu consigo fazer na água. O equilíbrio mesmo é que está sendo incrível, porque eu tenho dificuldade de equilíbrio e consegui me equilibrar agora tranquilamente", comemorou Aline.


Na capital, o projeto Praia Acessível acontece uma vez por mês, geralmente no sábado, na praia da Pajuçara.

"Sempre estamos trazendo coisas novas, trouxemos uma piscina para os meninos que têm autismo brincarem, eles gostam muito de água. Tem várias outras atividades que a gente vem trazendo e adaptando para cada deficiência", explicou João de Barro, coordenador do projeto.
Edmilson é cadeirante, mas conseguiu realizar mergulho nas piscinas naturais de Maceió — Foto: Reprodução/TV Globo


Os cadeirantes ainda ganham uma passarela na praia para que quem tem problema de locomoção possa chegar até a água.


E já que estamos na água, o passeio pode ser estendido até as piscinas naturais dentro do mar. As jangadas que levam os banhistas até lá também são adaptadas para quem usa cadeira de rodas.

A prefeitura de Maceió e a Capitania dos Portos tem realizado capacitações com os jangadeiros para garantir o serviço acessível a todos os públicos.


"É uma sensação de liberdade que eu jamais pensaria que ia ter. Sabe quando você esquece que você não anda? Eu acho que isso vai ficar marcado sempre. E aí você percebe como é gostoso quando as coisas têm acessibilidade e você não precisa se preocupar com mais nada, você só vive, e isso não tem preço, é maravilhoso", disse Edmilson após o mergulho.

FONTE-G1


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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Falta de acessibilidade até as urnas ainda é a realidade...



Neste última domingo, dia 07, foi o dia de exercer a cidadania e escolher candidatos a senadores, governadores, presidente... Porém, muitas pessoas de todo o canto do Brasil foram impedidas deste direito por não haver acessibilidade até o local da votação.

O Tribunal Eleitoral até fez uma campanha orientando às pessoas com deficiência para se dirigirem até o cartório eleitoral e solicitarem a transferência para uma sessão especial, porém, nem todos ficaram sabendo e acabaram não solicitando sua transferência. Foi o caso do gaúcho Sergio, que é cadeirante e teve que ser carregado para votar.


Confira o registro feita por Pamela, filha de Sergio:


 via facebook Pamela Camila


Pra variar mais um ano assim né, nem votar dignamente podemos mais! Pagamos impostos, tiram tudo que podem da gente e não mechem uma vírgula pra pensar no próximo. "JUSTIFICAR" o porque de não poder votar, sendo que é direito nosso. Olha não tenho nem palavras. Só uma coisa eu como filha me dói muito isso, só vão pensar no próximo quando for de perto ou conviver com isso. Tudo pnc que só pensam no seu nariz, nem uma vaga de deficiente ou idoso num colegio público não se tem, Colégio municipal não é pratimonio do município????? Cade a inclusão?????? Tem muitos que precisam dessa inclusão não só um!


Em Minas Gerais, a Maria Laura Santos acompanhou sua mãe, Reisla Soares, e registrou em seu instagram (@laurassant) toda a falta de preparo da equipe que trabalhou no dia e também contou que quando ligou para a Polícia na tentativa de registrar um Boletim de Ocorrência, a atendente a orientou que ela deveria aceitar ser carregada para subir as escadas e que ela é que não estava querendo ser "ajudada".

Outro caso ocorreu no Rio de Janeiro com Patrícia Lorete, porém, ela sempre votou em uma escola onde nunca teve problema com a acessibilidade, mas nos últimos dias,  depois do prazo de pedir transferência para sessão especial, mudaram o local de votação por estar localizado em uma zona de violência.


Eu sou a Patrícia Lorete, criadora da página Janela da Patty. E acabo de ter o meu direito violado. O local onde voto foi trocado após o término do pedido da sessão especial, e no novo não teve acessibilidade. Propuseram me carregar, mas não aceitei. Não aceito!!! Não vou colocar minha vida em risco e nem compactuar com a exclusão da pessoa com deficiência.

Encontramos no Estatuto da Pessoa Com Deficiência o artigo 76 que afirma: "O poder público deve garantir à pessoa com deficiência todos os direitos políticos e a oportunidade de exercê-los em igualdade de condições com as demais pessoas". 


Mas, infelizmente muitas pessoas com deficiência tiveram seu direito violado neste primeiro turno e tudo indica que passarão pelo mesmo no segundo turno. 



Culpa deles que não solicitaram por uma sessão especial, ou culpa do Estado que não oferece acessibilidade?

Fonte-Cantinho dos cadeirantes



quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Primeiro desenho animado totalmente em Libras é lançado no YouTube

A surdez atinge quase dez milhões de pessoas no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. E faltam alternativas na indústria cultural infantil para esse público.

Pensando nisso, Paulo Henrique dos Santos, que trabalha com animação há sete anos, decidiu criar um desenho inteiramente em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ele teve a ideia quando precisou se comunicar com uma pessoa surda, mas não conseguiu. 


Em cada um dos capítulos, serão ensinados cinco sinais de Libras. O conteúdo é voltado para crianças de três a seis anos e tem o objetivo de educar e apontar que as crianças surdas também se divertem e têm as mesmas necessidades daquelas com a audição preservada.

O episódio piloto foi lançado no YouTube nesta quarta-feira, 26, data marcada pelo Dia do Surdo. “Cada um tem a sua língua. O gato fala ‘gatês’, o elefante fala ‘elefantês’, e poir aí vai. Mas com tantas línguas diferentes, é difícil entender o outro”, diz a legenda do canal Min e as mãozinhas no YouTube

Assista ao desenho:



sábado, 29 de setembro de 2018

Empresa de ônibus é condenada por não parar veículo para cadeirante


A Auto Viação Norte Ltda., empresa que prestava serviço de transporte coletivo de Juiz de Fora até 2016, deve indenizar em R$ 25 mil um passageiro cadeirante que constantemente era impedido de embarcar nos coletivos da companhia. A decisão é da terceira turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve o valor da compensação estabelecida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em segunda instância. A defesa da empresa de ônibus informou que não vai recorrer da condenação.


O início do processo ocorreu em 2015, quando João Batista do Carmo Ribeiro, de 58 anos, portador de distrofia muscular progressiva e usuário de cadeira de rodas, alegou que não conseguia embarcar nos coletivos, uma vez que os motoristas não paravam para que ele pudesse embarcar. Na primeira instância, o juiz julgou improcedente o pedido por falta de prova das alegações da inicial.


O resultado foi revertido pelos desembargadores do TJMG em segunda instância, que julgaram procedente o pedido inicial, condenando a empresa de ônibus ao pagamento de R$ 25 mil por danos morais.

O caso chegou ao STJ por meio de Recurso Especial (RE) da empresa de ônibus, que tentava reduzir a indenização de R$ 25 mil. Em seu voto, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, citou o depoimento das testemunhas, que alegaram que funcionários da empresa solicitavam que ele “pegasse o próximo” coletivo, sob a justificativa do não funcionamento do elevador e que a cadeira de rodas não cabia no veículo.


A ministra lembrou também os depoimentos que destacavam a recusa dos motoristas de sequer parar o coletivo diante do sinal de parada. Ela ressaltou que, em alguns casos, o cidadão precisava se esconder e pedir a outra pessoa dar o sinal, pois o motorista do ônibus não pararia se o visse no ponto.


Para Andrighi, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência colocou a acessibilidade como um princípio geral que deve ser observado pelos estados. A mesma convenção também atribuiu à acessibilidade o caráter de direito humano fundamental, sob a visão de que a deficiência não se trata de um problema na pessoa a ser curado, mas sim de um problema na sociedade, “que impõe barreiras que limitam ou até mesmo impedem o pleno desempenho dos papéis sociais”.

“O transporte coletivo, de fato, principalmente nos centros urbanos, é elemento-chave para o pleno desempenho da cidadania e direitos individuais, propiciando aos cidadãos a interligação com locais de trabalho, lazer, saúde, comércio, dentre outros. Sem o serviço adequado, as pessoas com deficiência ficam de fora dos espaços urbanos e interações sociais, o que aumenta ainda mais a segregação que historicamente lhes é imposta”, defendeu Andrighi.
Para STJ, empresa de ônibus falhou em seu dever


Na visão da ministra, a empresa de ônibus, enquanto concessionária de serviço público, falhou no seu dever de promoção da integração e inclusão da pessoa com deficiência, indo na contramão da Lei Brasileira de Inclusão (LBI). “Além disso, vê-se que a concessionária violou, reiteradamente, os mais comezinhos princípios que norteiam a prestação do serviço público, deixando em algumas ocasiões de fornecer o transporte, em franca ofensa aos princípios da isonomia e generalidade, e, nas hipóteses em que o fez, atuando de forma discriminatória e descortês na pessoa de seus prepostos, colocando ainda em risco a segurança do usuário, consoante se infere dos depoimentos constantes dos autos”, argumentou.

Por unanimidade, os demais ministros a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça votaram de acordo com a relatora, negando o recurso da empresa e mantendo a indenização de R$ 25 mil, tendo em vista a “gravidade da agressão à dignidade do recorrido enquanto ser humano”.




domingo, 23 de setembro de 2018

Adagro lança edital para concurso com 140 vagas e salários de até R$ 4.860

                                                Foto: Reprodução/TV Globo



A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) divulgou, no Diário Oficial do estado, o edital do concurso público com 90 vagas para assiste de defesa agropecuária, com exigência de nivel técnico, e outras 50 para fiscal estadual agropecuário, de nível superior. Os salários são de até R$ 4.860,21.



As inscrições, que acontecem no através do site da http://ww3.upenet.com.br/, organizadora do certame, começam no dia 30 de setembro e vão até o dia 8 de novembro. A taxa é de R$ 50 para o cargo de assistente de defesa agropecuária e de R$ 64 para o de fiscal estadual agropecuário.


Os pedidos de isenção devem ser feitos até o dia 15 de outubro. A previsão é de que as provas aconteçam no dia 3 de fevereiro, com resultado final do concurso previsto para 26 de fevereiro de 2019.

Os pedidos de isenção devem ser feitos até o dia 15 de outubro. A previsão é de que as provas aconteçam no dia 3 de fevereiro, com resultado final do concurso previsto para 26 de fevereiro de 2019.

VAGAS

O concurso tem uma única etapa, de prova objetiva de conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório. Todas as vagas têm como exigência carteira nacional de habilitação atualizada com, no mínimo, categoria B.


O cargo de assistente de defesa pede, ainda, diploma de nível técnico em Agropecuária ou em Técnico Agrícola. A carga horária é de 40 horas semanais. Os aprovados podem ter como base Caruaru, Garanhuns, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Recife, Salgueiro, Sanharó, Serra Talhada, Surubim e Sertânia.


Das vagas de fiscal, há 40 para formados em Medicina Veterinária, com carga horária de trabalho prevista em 40 horas semanais. Para essa especialidade, as vagas são para Caruaru, Garanhuns, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Recife, Salgueiro, Sanharó, Serra Talhada, Sertânia e Surubim.


Para fiscal, há ainda outras 10 para formados em Agronomia, com mesma carga horária. Os postos de trabalho são em Caruaru, Recife, Palmares e Petrolina.

 O edital completo confira na página 7 do Diário Oficial do Executivo de Pernambuco.

FONTE-G1


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Kevinho e MC Kekel lançam clipe com cadeirantes e recebem mais de 15 milhões de visualizações!

No último dia 11 os funkeiros "Kevinho e MC Kekel" lançaram o novo clipe da música "O bebê", assinado pelo KondZilla.

O clipe conta com a participação de duas cadeirantes: Maria Paula Vieira que fez par romântico com MC Kekel, e Vitrória Gabriela que fez papel de filha do Kevinho. Outras pessoas com deficiência também participaram da coreografia.

Além do single ser super animado, o clipe propõe uma conscientização sobre alguns barreiras enfrentadas pelos cadeirantes e também reforça a ideia de que os cadeirantes podem se relacionar como qualquer outra pessoa!

veja o clip


Se liga na letra da música:

Alô
Por que você não me atendeu?
Já tava mó preocupadão

O seu pivete quase morre do coração

Amor
Já fiz o corre pra te ver

Juntei a grana da passagem
Contando as horas pra gente matar a saudade

Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim
Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim

Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim



Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim



Antes de você eu era do mundão
Gratidão, minha princesa
Mudou minha cabeça, só me fez crescer
Bota fé no que eu vou dizer

Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim
Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim
Ô, bebê, gosto mais de você
Do que, do que, do que

Alô
Por que você não me atendeu?
Já tava mó preocupadão
O seu pivete quase morre do coração

Amor
Já fiz o corre pra te ver
Juntei a grana da passagem
Contando as horas pra gente matar a saudade

Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim
Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim

Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim
Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim

Antes de você eu era do mundão
Gratidão, minha princesa
Mudou minha cabeça, só me fez crescer
Bota fé no que eu vou dizer

Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim
Ô, bebê, gosto mais de você
Do que de mim, do que de mim

E eu gosto mais de você
Ô, meu bebê

fonte- Cantinho dos cadeirantes