Quem sou eu

Minha foto
Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

Tradução

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Governo de Pernambuco publica edital de concurso com 10 vagas para procurador do estado

Procuradoria Geral de Pernambuco (Foto: Reprodução/Google Street


A Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) publicou, nesta quarta-feira (17), o edital do concurso para procurador. O governo do estado oferece 10 vagas. O certame ainda tem por objetivo formar o cadastro de reserva. O valor do salário é de R$ 13.648,64, além de gratificações.

As inscrições começam na terça-feira (23) e seguem até 2 de fevereiro, no site do site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). A taxa de inscrição custa R$ 210. Entre as oportunidades ofertadas, uma é destinada para pessoa com deficiência. Confira aqui o edital, que foi publicado no Diário Oficial desta quarta.

O concurso conta com três fases, eliminatórias e classificatórias, que ocorrerão no Recife. A primeira é uma prova objetiva com 100 questões. A segunda prevê um teste discursivo com a elaboração de um parecer de até 60 linhas e de uma peça processual de até 90 linhas sobre o tema apresentado. As provas objetiva e subjetiva serão realizadas nos dias 17 e 18 de março. Os exames têm duração de cinco horas.

No conteúdo exigido estão direito constitucional, direito administrativo, direito tributário, direito processual civil, direito civil e empresarial, direito do trabalho, direito processual do trabalho, direito penal, direito financeiro, direito previdenciário, e direito ambiental.


A terceira e última fase consiste na avaliação de títulos, que contam pontuação. Entre eles estão pós-graduação em nível de doutorado, mestrado ou especialização, livro de autoria individual no campo da ciência jurídica e trabalhos publicados em periódicos especializados, além de trabalhar por mais de um ano em algum cargo ou função jurídica em entidades públicas.

A previsão é que o resultado final seja divulgado no dia 29 de junho. O prazo de validade do certame é de dois anos, a contar de publicação da homologação do resultado final. Esse período pode ser prorrogado por mais dois anos.


O concurso é realizado pelo Cebraspe, com o acompanhamento de uma comissão coordenadora formada por procuradores do Estado. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também participa da supervisão.

FONTE-G1







terça-feira, 16 de janeiro de 2018

DEMORA EM ENTREGA DE CARRO COM ISENÇÃO PARA DEFICIENTE CAUSA DANOS MORAIS


Por considerar que houve discriminação e falha na prestação de serviços, a Justiça do Distrito Federal condenou duas revendedoras de veículos e a montadora a indenizar em R$ 30 mil um jovem deficiente, pelo atraso na entrega de veículo comprado por seu pai.


O carro foi comprado com isenção de impostos, por causa da comprovada necessidade especial do menor. Porém, passados seis meses após o negócio ter sido efetuado, o carro não foi entregue. Como não podia mais esperar, o pai do autor desistiu da isenção e o carro foi prontamente entregue.


Diante desta situação, o rapaz ingressou com ação de indenização pedindo que a revendedora e a fabricante fossem condenadas por discriminação. Em sua defesa, a revendedora apontou que uma outra empresa teria sido a responsável pela venda, por isso solicitou sua inclusão no processo. Esta, por sua vez, alegou que não foi responsável pela demora e que não teria praticado nenhum tipo de discriminação. Já a montadora, apesar de citada, não apresentou defesa.


Para a juíza Magáli Dellape Gomes, da Vara Cível do Núcleo Bandeirante (DF), ficou provada a discriminação contra o autor. Na sentença, ela lembrou que o artigo 4º, §1º, do Estatuto da Pessoa com Deficiência, considera discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção ou restrição que tenha o propósito de impedir o exercício dos direitos da pessoa com deficiência.


"No caso ora em julgamento foi exatamente isso que todos os réus praticaram, pois agiram de forma a impedir o exercício do direito de aquisição de veículo com desconto de ICMS pelo autor, por meio de dificuldades de comunicação (suposta transferência de responsabilidade entre o primeiro réu e o chamado ao processo), por meio de falta de comunicação direta do autor com o a fábrica (não foi fornecido nenhum contato por telefone ou e-mail para o autor), por meio de falta de informação quanto ao andamento do processo de fabricação do veículo (o autor informou que compareceu diversas vezes na loja mas não tinha informações), por meio da desídia e da lentidão da fabricação de um único veículo para o autor (mesmo depois de oito meses não foi fornecido o veículo nem oferecido outro nem solicitadas outras certidões)", concluiu. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.


Processo 2016.11.1.001606-7

Fonte: CONJUR

Mães sobre rodas: mulheres cadeirantes falam da experiência da maternidade

Aos 11 meses de idade, João Manoel domina a arte de “escalar” a cadeira de rodas da mãe e se equilibrar nos pedais para pedir colo. O dia a dia dele com a carioca Ana Carolina Rufino, de 28 anos, em pouco difere de uma “maternidade padrão”. Sem a sustentação das pernas e com fraqueza muscular nos braços devido a uma doença congênita, a jovem mãe tem sido bem-sucedida em adaptar atividades de rotina para cuidar do filho, desde a hora do banho até as brincadeiras. E, muito antes disso, venceu a batalha contra a descrença de médicos que a desaconselhavam a engravidar.


A moça nasceu com Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 3, condição genética e hereditária que provoca fraqueza extrema e degenerativa nos músculos de todo o corpo. Por isso, ela sempre andou com dificuldade, mas, após quebrar o pé aos 22 anos de idade e passar por meses de reabilitação, sem andar, ela nunca mais abandonou a cadeira de rodas.


A quem se espanta com a “coragem” dela ao decidir ter um bebê, Ana Carolina não pensa duas vezes ao responder:


— Não é ser mãe cadeirante que é desafiador. Desafiador é ser mãe, ponto — destaca ela. — Tudo é adaptável, e o próprio bebê se adaptará à mamãe que tem. João, por exemplo, é super espoleta mas no meu colo fica calmo como se soubesse que comigo precisa ser dessa forma.


Durante a gestação, existem alguns cuidados extras. E eles dependem do estado de saúde da mulher — o tipo de doença ou o nível da lesão medular, por exemplo. Mas, em geral, por permanecer muito tempo sentada, a grávida que se locomove de cadeira de rodas precisa estar mais atenta do que outras a um risco aumentado de trombose, edemas, ganho excessivo de peso, anemia e infecção urinária. Esta última é a causa mais comum de perda de bebê entre cadeirantes. Tudo isso, no entanto, é evitável com um acompanhamento pré-natal de qualidade, afirma a ginecologista e obstetra Girlani Barros.


— Como você vai dizer para uma pessoa que ela não pode engravidar se vivemos em um mundo tão moderno, com tanta tecnologia e tantas possibilidades? — questiona a médica, que é membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). — Desde que essa mulher tenha condições de ter um acompanhamento, por que não (ter filhos)?


De modo geral, para diminuir o risco de trombose, uma boa estratégia é usar meias de compressão nas pernas, que melhoram a circulação. Algumas grávidas chegam a precisar tomar injeção anticoagulante diariamente. Já edemas podem ser evitados com drenagens linfáticas, e a possibilidade de anemia e de infecção urinária deve ser acompanhada de perto no pré-natal. Em algumas situações, pode-se fazer uso de antibióticos.


No caso de Ana Carolina, as maiores preocupações dela eram de não conseguir levar a gestação até o nono mês e o risco de falta de ar, pois a própria doença dela já dificulta a respiração.


— Morria de medo de sentir falta de ar, mas não tive qualquer problema — conta ela. — E o parto foi adiantado apenas em duas semanas porque eu fiquei muito inchada e minha pressão começou a alterar. Mas nada fora do normal. A gravidez foi bem mais tranquila do que eu achei que seria.

Aos 40 anos, a paulista Tatiana Rolim, paraplégica desde que foi atropelada por um caminhão aos 17, recorda que ficou com a mesma sensação de Ana Carolina. Ela não teve nenhuma das complicações sobre as quais foi avisada antes de engravidar. Autora de três livros sobre deficiência, entre os quais “Maria de rodas — Delícias e desafios na maternidade de mulheres cadeirantes”, Tatiana ressalta que não se pode romantizar a gravidez. Nem sempre é um período tranquilo para a mulher, seja ela cadeirante ou não. Mas também não se pode excluir quem usa cadeira de rodas da experiência da maternidade.

— Muitas mulheres, infelizmente, são induzidas por médicos com uma visão sanitarista de “limpar” a sociedade das deficiências, além do mito de que lesões que afetam as pernas geram infertilidade — diz ela, que é psicóloga e mãe de Maria Eduarda, de 7 anos. — Eu mesma, quando decidi engravidar, procurei um médico para pedir orientação e ele perguntou ao meu marido, na minha frente, se ele realmente teria coragem de me engravidar. Nós ficamos chocados.


Ana Carolina passou por situação semelhante: aos 23 anos, durante uma consulta, questionou uma especialista em sua doença sobre a possibilidade de ter filhos no futuro. Ouviu, como resposta, que ela “não iria querer passar esse gene adiante”.


— Fiquei mal, chorei muito. Mas depois vi que não precisava ser assim. Todo mundo tem problemas. Se pensássemos assim, ninguém engravidaria.


Mãe de Francisco, de 1 ano e dois meses, Tábata Contri é cadeirante desde um acidente de carro no réveillon de 2001 e, por sorte, nunca foi desencorajada por médicos ou parentes.



— O melhor ano da minha vida foi o da gestação. Foi tão natural. Eu logo já estava segurando o bebê com uma mão e girando a roda com a outra.




segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

A LIÇÃO DE VIDA DE GUTO AVAIANO: PARALISADO CEREBRAL E GRADUADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA


Torcedor fanático do Avaí, Augusto Delfino tem paralisia cerebral e tinha o sonho de ser jogador de futebol. Durante o parto, Guto Avaiano, como é conhecido, teve uma parada respiratória que não comprometeu a parte cognitiva, o raciocínio mas afetou os movimentos e a fala. Ele se comunica usando a cabeça para digitar com ajuda de um aparelho. A partir daí foi buscar seus sonhos. Estudou até se tornar o primeiro brasileiro graduado em Educação Física do Brasil, se tornou um blogueiro que trata dos assuntos do seu time de coração e agora quer ser técnico de futebol.


É difícil duvidar da capacidade deste catarinense de 25 anos, que provou que o esporte requer mais que um corpo. Com gana, raça e força de vontade, ele aprendeu a ler, escrever e a se comunicar se adequando às possibilidades. Joga xadrez, dá palestras, já assistiu desfiles de escola de samba, acompanha peladas dos amigos e tem uma vida muito além das limitações que não o impedem de conviver.


Mas a grande paixão de Guto é o Avaí. Ele, em seu blog, escreve sobre o time do coração. Guto não perde quase nenhum jogo do Avaí na Ressacada, é torcedor conhecido por lá, sempre acompanhado dos pais, que o ajudam no estádio e torcem junto.

- No primeiro jogo em que eu levei o Guto na Ressacada, ele ficou triste porque o Avaí perdeu. Eu expliquei, ele era bem pequenininho: na vida, a gente pode perder e pode ganhar. E ele sempre quis ganhar. Sempre – disse o pai, Marcos Antônio Delfino.


- Geralmente, são as mães que seguram a onda, porque tem que tocar, né? Tocando a vida, participando da vida do deficiente, tu não choras pela dificuldade. Tu choras pelo que tu não consegues fazer para ele – afirmou Rute.


O Esporte Espetacular levou dois ídolos de Guto à Ressacada.

Foi um encontro emocionante com Gustavo Kuerten, o ex-número um do tênis e famoso torcedor avaiano, e também com Marquinhos, ídolo azurra. Jacaré, ex-jogador do time catarinense, ainda chegou para o bate-papo animado. Guga tinha um irmão, falecido há dez anos, com problemas parecidos com os de Guto, e reconhece o quanto as pessoas estão convivendo melhor hoje com as diferenças.

- Eu acho que as pessoas estão muito mais preparadas. Até mesmo porque tem mais experiências. Antes, conviver com o deficiente, até mesmo para a própria família, era escondido, era fechado em casa – disse o ex-tenista.


- Olha o que ele fez, cara? O que eu estou reclamando da minha vida? Perdi hoje, mas amanhã a gente segue a vida. Vamos seguir em frente. Nossos problemas são muito pequenos – complementou o ídolo do Avaí.

Na reportagem, você acompanha ainda como eram as aulas na universidade, todas as emoções da formatura de Guto, o trabalho que ele realiza com o pai, o convívio com os amigos e o quanto, apesar de todos os problemas, com a ajuda da tecnologia e o acolhimento das pessoas, Guto pode levar uma vida muito alegre.

- Ele nos ensina muito sobre felicidade, como ser feliz dentro daquilo que é possível – define Maria Letícia Knorr, uma de suas professoras na faculdade.


Fonte: Globo Esporte



sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Câmara do Recife aprova intérpretes de libras nos CFC

Foto: CMR/Divulgação


Por Vinícius Sales do JC Online

 A câmara municipal do Recife aprovou em 18/12/17 um projeto de lei que prevê interpretes de libras nos centros de formação de  condutores durante o processo de aquisição da CNH-Carteira Nacional de Habilitação

"De acordo com a resolução 558 do COTRAN, os órgãos e entidades executivas de trânsito dos estados e  do distrito federal deveram ter em seus quadros pessoas capacitadas na língua Brasileira de sinais"-LIBRAS, afirma Ivan Moraes do PSOL, autor do projeto de lei ordinária 275/2017.


O projeto prevê auxilio na avaliação psicológica, no exame de aptidão física e mental, no curso teórico técnico, no curso de simulação de prática de direção veicular, exame de direção veicular, curso de atualização e no curso de reciclagem de infratores.

"No Brasil, de acordo com o IBGE,  há cerca de 10 mil motoristas surdos  e por isso é preciso que exita acessibilidade garantida para estas pessoas, tanto no processo de aprendizagem como na emissão da CNH", completou Ivan em discurso na Tribuna.

Fonte-JC ONLINE




quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Confira as oportunidades de emprego disponíveis para esta quinta-feira (11)

Os interessados podem se dirigir até a Rua Padre Antônio Tomáz, número 127, no Bairro Maurício de Nassau. O atendimento é das 7h às 13h (horário local). O telefone para contato da Agência do Trabalho é o (81) 3719-9480.

VAGAS PARA  AS  PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM CARUARU

Assistente administrativo - 1
Auxiliar de costura - 1
Auxiliar de costureira (no acabamento) - 1
Auxiliar de limpeza - 1
Copeiro - 1
Costureira de máquina reta - 1
Porteiro - 1
Trabalhador da avicultura de postura - 1
Técnico de enfermagem - 1

Via-G1






quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

'Hoje sou realizado', diz jovem que perdeu perna após acidente 4 meses antes do casamento em Bezerros, PE

Deyse e Neto estão juntos há pouco mais de seis anos e casaram em dezembro de 2017 (Foto: Djeison Zennon/Estúdio Casa Amarela/Divulgação)



Juntos desde 2011, a nutricionista Deyse Sales Leal e o administrador Diomedes Leal Neto, ambos de 24 anos, marcaram o casamento para 16 de dezembro de 2017. Porém, um acidente quase interferiu nos planos no casal. É que em agosto do mesmo ano, quatro meses antes do matrimônio, o noivo perdeu a perna esquerda após um acidente de trânsito em Bezerros, no Agreste de Pernambuco.


"Embora tenham acontecido todos esses transtornos, casamos na mesma data que tínhamos escolhido e foi tudo melhor que o planejado. Hoje sou um homem realizado e muito grato a Deus, e ela [Deyse] é a mulher da minha vida", ressaltou Diomedes.


O jovem casal começou a namorar em 2011. O noivado ocorreu em 2015, quando eles terminaram a graduação na faculdade. "Passamos cerca de dois anos nos preparando [para casar]. O acidente aconteceu quando já estava tudo certo para o casamento. Nossa casa, nossos fornecedores, meu vestido... tudo", disse Deyse ao G1.





O casal participa de um grupo de oração de jovens, que se reúne todos os sábados em Bezerros. O administrador estava indo para a casa da então noiva quando foi atropelado por um carro. O condutor do veículo estava bêbado.


"Neto estava de moto. No acidente, ele perdeu parte da perna, teve fratura exposta, rompeu todos os ligamentos do joelho. Primeiro não teve como salvar o pé dele. Tentou se salvar o restante da perna, mas não deu. A infecção estava cada vez maior", detalhou a nutricionista.


"Acordei já sem saber o que tinha acontecido. Ela [Deyse] veio me ver na sala de recuperação. Eu, abalado, falei que agora estava sem meu pé, mas ela me falou que era apaixonada por mim, não pelo meu pé e isso não faria diferença. Foi quando dei o primeiro sorriso após o acidente", Diomedes Leal Neto.

Em entrevista ao G1, Deyse revelou que quando foi visitar o noivo no hospital, deixou a questão do casamento nas mãos dele. Ela falou que só iria casar quando ele se sentisse bem. "Mas ele disse que se desse tudo certo, nós iríamos nos casar na data que estava marcada. A mesma força que eu dei a ele, ele me deu também. A fé nos ajudou e Deus é tão bom, que o nosso casamento não precisou mudar. Casamos no dia 16 de dezembro. Foi uma noite linda, animada, incrível", comemorou.



Sobre o que mais admira no marido, a nutricionista o descreve como sendo amigo, parceiro e aquela pessoa que olha para alguém e diz: "vai lá que você consegue". "A coisa mais marcante em Neto, para mim, é a vontade de formar uma família, ter filhos, ser pai. Ele é muito doado. Isso me encanta muito nele", completou.

O casal é muito grato a Deus, à família e aos amigos do grupo de oração. "De lá pra cá, é só felicidade. Com tudo o que aconteceu, a gente só expressa gratidão", destacou Deyse.



Como se conheceram?

Deyse e Diomedes se conheceram em 2010, quando estudaram juntos no colégio. "Éramos apenas colegas de sala, mas não éramos amigos. Depois ele disse que um dos nossos amigos perguntou em qual menina ele ficou interessado e ele falou sobre mim, mas na época eu tinha namorado", recordou a nutricionista.


Quando concluíram o Ensino Médio, eles fizeram vestibular para estudar na mesma faculdade. Todas as noites eles íam para a instituição no mesmo carro. "Foi então que eu comecei a querer namorar com ela, mas ela se sentia insegura", revelou o administrador.



A essa altura, Deyse já não estava mais namorando, o que despertou ainda mais no interesse de Diomedes. Do início das conversas até o pedido de namoro foram oito meses. No dia 9 de outubro de 2011 "quando levei ela em casa, tomei a decisão de falar com o pai dela, porque ela não respondia sim [para o pedido de namoro]", lembrou Diomedes.

"Eu estava sem acreditar que ele teria coragem de falar [com o meu pai] sem primeiro eu dizer que sim. Mas ele saiu do carro e disse: 'eu queria falar com o senhor pra namorar com sua filha'. Depois da conversa com painho, ele fez o pedido oficial a mim. Foi ao contrário", brincou Deyse.




 (Fotos: Djeison Zennon/Estúdio Casa Amarela/Divulgação)

Via Joalline Nascimento, G1 Caruaru