Quem sou eu

Minha foto
Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, estudante, estou novamente como presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU,bailarino e agora,secretário e conselheiro do COMUD- Conselheiro municipal de defesa dos direitos da pessoa com deficiência, pai de um belo filho, marido de uma linda mulher .

domingo, 17 de agosto de 2014

Ainda acontece cada ABSURDO nesse mundo!PM tenta barrar cadeirante no velório de Eduardo Campos

Post do fecebook da cadeirante Yoko Farias



Mais sobre o dia de hoje...depois de encontrar um atalho para a fila de prioridade, eis que um PM que estava barrando a fila me questionou porque eu estava fazendo alí, impedindo o meu acesso. Ora ora, respondi com calma e ao mesmo tempo séria, não é o senhor que vai me impedi o meu acesso que eu tenho por direito e prestar a minha homenagem a Eduardo Campos. Depois disso não sei como ele saiu de cena. Acho que ele entendeu o recado.

Libras no Sepultamento de Eduardo Campos

Por Maycon Freitas da Globo Nordeste



Equipe intérprete de libras da SEAD - Superintendência de Apoio à Pessoa com Deficiência (SEDSDH) participando no momento de despedida do nosso eterno Governador Eduardo Henrique Accioly Campos

sábado, 16 de agosto de 2014

Sem poder se exercitar, cadeirante emagrece graças à dedicação da irmã

Do G1


Eliane Lins de Lima é oito anos mais velha que Elba, que ainda tem outros dois irmãos. Ela conta que a caçula começou a engordar a partir dos 12 anos. “Ela não era uma criança ativa, então começou a engordar. Geralmente, crianças com Síndrome de Down são gordinhas, porque quando elas sentem que estão saciadas, já comeram muito”, diz. Além disso, por causa dos problemas de saúde de Elba, a mãe deixava a menina comer à vontade. “Ela comia macarrão, muita macaxeira, pão, tomava refrigerante.”

Elba Lúcia Lins Monteiro, de 47 anos, tem Síndrome de Down, cardiopatia, frouxidão dos ligamentos e, por volta dos 30 anos, tornou-se cadeirante. Quando nasceu, os médicos lhe davam, no máximo, 25 anos de vida. Com a ajuda da irmã Eliane, no entanto, Elba perdeu peso e tem uma vida saudável.

Eliane Lins de Lima é oito anos mais velha que Elba, que ainda tem outros dois irmãos. Ela conta que a caçula começou a engordar a partir dos 12 anos. “Ela não era uma criança ativa, então começou a engordar. Geralmente, crianças com Síndrome de Down são gordinhas, porque quando elas sentem que estão saciadas, já comeram muito”, diz. Além disso, por causa dos problemas de saúde de Elba, a mãe deixava a menina comer à vontade. “Ela comia macarrão, muita macaxeira, pão, tomava refrigerante.”

Na prática, Eliane sempre tomou conta da irmã, fato que se intensificou após o falecimento da mãe, em . “Minha irmã fez um exame de coração e deu que ele estava inchado, devido à gordura. Aí eu me preocupei. E ela começou a ter mais dificuldade de andar. Procurei uma endocrinologista e ela disse: ‘Infelizmente, não tem o que fazer, sua irmã não gasta calorias, então, ela não tem como emagrecer’.”

Eliane se recusou a aceitar que a irmã estava “condenada à obesidade”. Na ocasião, mais de 15 anos atrás, ela comprou revistas especializadas em saúde, passou a assistir programas de televisão que falassem sobre nutrição e, com o tempo, aprendeu a mexer no computador para fazer pesquisas. Por conta própria, Eliane foi fazendo adaptações no cardápio da irmã. O primeiro passo, foi melhorar a qualidade da alimentação de Elba. “Não tirei a alimentação da minha irmã, eu mudei. No início, eu botava a mesma quantidade, só mudando a qualidade. Aos poucos, fui reeducando. Hoje ela come um prato cheinho, mas não tanto quanto era antes”, explica.

O café da manhã de Elba é composto basicamente de frutas, sempre variando as opções para ela não enjoar, acompanhadas de castanha-do-pará e aveia. No almoço, legumes cozidos no vapor, arroz integral, feijão, uma porção de carne, tudo acompanhado de duas colheres de linhaça dourada e mais duas de farelo de trigo e nada de líquido. “Eu trituro a linhaça de dois em dois dias e boto na geladeira. Se for triturada muito tempo antes, ou se comprar já triturada, ela perde nutrientes”, explica. À tarde, um iogurte ou leite fermentando e, no jantar, inhame, cuscuz ou macaxeira. Nos finais de semana, Elba está liberada para comer o que quiser, mas Eliane controla de perto as quantidades.

Como Elba não consegue ficar em pé para subir na balança e se pesar, Eliane não sabe dizer ao certo quantos quilos ela perdeu, mas estima que seja algo em torno de 40 quilos. O emagrecimento, no entanto, pode ser medido nas roupas, que recuaram do manequim 50 para o 38 – resultado que a família vem conseguindo manter há 17 anos. “O exercício é altamente importante, mas e quem não pode fazer? E quando a gente chega no médico e ele tira nossas esperanças? Eu gostaria de repassar a minha experiência para que as pessoas que sofrem desse e de outros problemas não desistam”, diz Eliane.

As duas irmãs, nascidas em Maragogi (AL), moram em Jaboatão dos Guararapes (PE). Eliane não tem curso superior, estudou até o ensino médio, é casada e tem duas filhas, de 30 e 32 anos. Uma delas, formou-se em nutrição, por influência da mãe. Elba, antes fadada a ser obesa e a morrer jovem, tem 47 anos e todas as suas taxas – colesterol, triglicérides e pressão – estão normais.



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Sobre o Existir-Pensamento no Almoço

Quem "pensa" não casa.
Então, quem "pensa" não existi.
Para existir tem que pensar, se não não existi.
Para poder casar.

Fonte-Fernando Acessibilidade

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Carros com isenção para Deficientes Físicos: como obter?


As fábricas de automóveis desenvolveram programas para facilitar a compra de carros com isenções. E não cobram nada por isso, porque tem interesse nas vendas especiais. Elas  nada perdem  nem fazem favor algum para o portador de deficiência.

As isenções de IPI e ICMS devem ser requeridas antes da compra do carro, mas as empresas automobilísticas através de suas Concessionárias se encarregam de orientar o portador de deficiência.

Portanto, o primeiro passo é procurar uma Auto-Escola e renovar a CNH. Depois vá até uma Concessionária que tenha Programa para deficientes (Honda, Toyota, Volkswagen, Renault,Peugeot, Fiat,Chevrolet, Citroen) e eles orientam e encaminham o processo.

É possível fazer todo o processo por conta própria mas algumas concessionárias fazem isso sem cobrar nada, caso o portador de deficiência já tenha definido   o carro que quer comprar. Para fazer o processo por conta própria  é só preencher o formulário encontrado nesta página na internet:

Deficiências que dão direito à compra de veículo com isenção:

Portadores de deficiência completa ou parcial, sendo ela física, visual (igual ou menor que 20/200 no melhor  olho ou campo visual inferior a 20°, de acordo com a tabela de Snellen), mental severa ou profunda e autistas. Os responsáveis por estes deficientes, podem adquirir tais isenções, se o deficiente não for o condutor.

Condutor

Para se enquadrar como condutor deficiente, a pessoa precisa ter: paraplegia; paraparesia; monoplegia; monoparesia; tetraplegia; triplegia; tetraparesia; triparesia; hemiplegia; hemiparesia; amputação ou ausência de membro; paralisia cerebral; membros com deformidade congênita adquirida (exceto as deformidades estéticas e as que não dificultam o desempenho de função), nanismo (pessoas com menos de 1,45 m de altura) ou câncer de mama, além de ataxia.

Não-condutor

Nesse caso, terceiros podem dirigir o carro (no máximo 3 condutores), se a deficiência impedir isso. Para se enquadrar nesse grupo, as deficiências são: visual; mental severa e profunda (ex. Síndrome de Down); física (qualquer tipo, como tetraplegia, paralisia dos quatro membros) ou autista.

Descontos

Deficientes que dirigem automóveis podem adquirir carros com preço de até 30% abaixo da tabela. Para responsáveis por deficientes, o desconto é apenas do IPI, de 12%.

Documentos necessários:

Laudo pericial: emitido por serviço médico oficial (instituição vinculada ao SUS);
Declaração de disponibilidade de renda: a Secretaria da Receita da Fazenda oferece o modelo do documento.
Comprovação de contribuição com INSS: expedido pelo instituto ou por contra-cheque.

O governo NÃO cobra nenhuma taxa, e o  formulário pode ser encontrado nessa página:www.receita.fazenda.gov.br . Depois disso, já com o documento da Receita que dá o desconto, o solicitante pode procurar uma concessionária de sua preferência, e procurar um carro até 70.000 reais.

O deficiente que comprar carro zero deve ficar 3 anos com o carro, pois ele fica ALIENADO. É possível vender antes desse prazo mas terá que recolher os impostos devidos do período que ficou com o carro.

Só há uma possibilidade de não recolher os impostos:  vender para outro portador de deficiencia física  preenchendo um formulário que se encontra no site da Receita , no subtítulo ALIENAÇÃO.

 Impostos que o deficiente deixa de pagar ao adquirir um veículo com isenção

IPI – Imposto Sobre Produtos Industrializados.
IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras.
ICMS – Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços.
IPVA – Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores.
IPI: o pedido de isenção do IPI é feito na unidade da Receita Federal com documentos pessoais, a Carteira de Habilitação e um Formulário disponível no site da Receita Federal .

O direito à aquisição com o benefício da isenção poderá ser exercido apenas uma vez a cada dois anos, sem limite do número de aquisições, observada a vigência da Lei nº 8.989, de 1995.

Outros documentos que precisam ser anexados:

Preencher o termo de condutor autorizado em nome do procurador responsável.

    CPF e RG do condutor.
    Cópia da última declaração de imposto de renda ou declaração de isento, sendo que a Receita Federal pode negar a isenção se a pessoa (ou sua responsável legal) estiver em débito com o Fisco.
    Certidão que prove a regularidade de contribuição previdenciária, fornecida pelos postos do INSS ou por meio do site www.dataprev.gov.br
    IOF: são isentas do IOF as operações financeiras para aquisição de automóveis de passageiros de fabricação nacional de até 127 HP de potência bruta para deficientes físicos. O benefício somente poderá ser utilizado uma única vez.
    ICMS: é a Secretaria da Fazenda de cada estado que dá a isenção do ICMS. Além de documentos pessoais e da Carteira de Habilitação, o condutor já precisa indicar o carro que vai comprar, por meio de uma carta da concessionária ou ponto de venda. A isenção do ICMS pode ser renovada a cada três anos e está limitada a carros novos, de fabricantes brasileiros, que custem até R$ 70 mil e não sejam utilitários (SUV).

Mais documentos que precisam ser anexados:

    Pedido de isenção em duas vias, em formulário que pode ser encontrado nas secretarias estaduais da Fazenda ou em seus sites.
    Laudo médico original, que foi emitido pelo DETRAN.
    Carteira de habilitação autenticada pelo DETRAN, RG, CPF e comprovante de residência.
    Cópia da declaração de imposto de renda.
    Carta de não repasse de tributos, fornecida pela montadora (também conhecida como carta do vendedor).
    Comprovante de disponibilidade financeira, que provam que a pessoa pode comprar o carro. (ex.: contracheques, extratos bancários, etc.).
    IPVA: Todos os deficientes listados acima tem esta isenção, sendo condutor ou não. O responsável pelo veículo comprado documenta o carro novo, ou usado, no DETRAN sem pagar o IPVA. Em seguida, com cópia dos documentos pessoais, do veículo e nota fiscal de compra, dá entrada no pedido de isenção do IPVA e rodízio obrigatório. A isenção do IPVA vale durante todo o período em que o carro estiver em nome do mesmo condutor.

Para finalizar o processo, cópias das isenções são levadas à Receita Federal e à Secretaria da Fazenda.
http://www.car.blog.br/

sábado, 2 de agosto de 2014

Bebê com síndrome de Down é abandonado


Deu no G1

Um casal australiano que contratou uma mãe de aluguel na Tailândia abandonou um dos bebês gêmeos porque ele tinha síndrome de Down, noticiaram jornais australianos e ingleses nesta sexta-feira (1º). Gammy, que agora tem seis meses, tem também uma doença congênita no coração, e uma campanha está levantando fundos para ajudar sua jovem mãe a pagar pela cirurgia em Bangcoc.
Segundo o jornal "Sydney Morning Herald", a mãe, Pattharamon Janbua, de 21 anos, recebeu US$ 11,7 mil para ser barriga de aluguel para um casal australiano que não podia ter filhos. "Eu perguntei para o agente se tinha que dormir com o homem. Eu era uma menina inocente e não conhecia nada sobre esse negócio", disse ela.

Janbua disse que três meses após ter recebido o óvulo fecundado, ela descobriu que teria gêmeos. O agente ofereceu a ela US$ 1673 a mais pelo segundo bebê. No mês seguinte, após fazer exames de rotina, os médicos detectaram a síndrome de Down. Os pais australianos foram avisados e disseram que não queriam ficar com o bebê, segundo uma fonte ligada à família.

"Eles me disseram para abortar, mas eu não queria pois tenho medo do pecado", disse a jovem tailandesa, que é budista. Quando os bebês nasceram, o agente levou a menina e deixou o irmão com Down. A jovem nunca viu o casal. Ela disse que o agente não pagou US$ 2.341 do montante acordado.
"Eu gostaria de dizer para as tailandesas: não entrem no negócio de mãe de aluguel. Não pensem só no dinheiro. Se algo dá errado ninguém vai nos ajudar e o bebê será abandonado e aí nós teremos que assumir a responsabilidade", disse Janbua ao jornal. De acordo com a reportagem, a lei tailandesa só permite a barriga de aluguel caso uma familiar o faça de livre e espontânea vontade.


Uma campanha no site de financiamento coletivo Gofundme visa arrecadar US$ 150 mil para a mãe - em dez dias, mais de 2 mil pessoas já doaram US$ 102 mil.