Quem sou eu

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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência,e AGORA ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Jovens com síndrome de Down abrem empresa de pizzas a domicílio e fazem o maior sucesso

Cada vez mais pessoas com síndrome de Down estão quebrando os estereótipos associados a essa condição. Depois de  Madeline Stuart se tornar modelo e da professora brasileira Débora Seabra ganhar um prêmio de educação, agora foi a vez de um grupo de seis jovens argentinos mostrar que a síndrome não é motivo para abandonar seus planos.

Os meninos enfrentavam dificuldade de encontrar uma colocação no mercado de trabalho quando decidiram montar seu próprio negócio. Com isso, nascia um serviço de eventos que prepara pizzas e empanadas a domicílio em Buenos Aires e cidades próximas: o Los Perejiles.
Apenas dois meses após lançarem a empresa, eles já tinham 24 eventos marcados. Grande parte da realização deste sonho foi possível graças a ajuda de dois profissionais que trabalham com pessoas com síndrome de Down, os professores voluntários Telam Lopez e Kevin Degirmenci. Os dois professores ajudaram os jovens a adquirir a confiança necessária para montar o empreendimento, que hoje é sucesso por onde passa.


 Fonte-http://www.hypeness.com.br/2016/09/jovens-com-sindrome-de-down-abrem-empresa-de-pizzas-a-domicilio-e-fazem-o-maior-sucesso/

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Advogado deficiente aprovado em concurso do Tribunal de Justiça luta para tomar posse do cargo

Quando o advogado rio-clarense Marçal Luiz Casagrande, 37 anos, decidiu prestar o concurso para escrevente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), não sabia a dor de cabeça que teria para conseguir tomar posse do cargo.

Ednéia Silva
Passar na prova do certame não foi problema. Casagrande passou em primeiro lugar na prova objetiva realizada no dia 26 de abril de 2015, foi aprovado na prova de digitação em agosto do mesmo ano e nomeado para a vaga na 1ª Vara Cível de Rio Claro, mas não conseguiu tomar posse do cargo porque foi barrado na perícia médica que o considerou inapto para a função.
O advogado sofre de uma doença degenerativa (distrofia muscular tipo cinturas 2A), mas garante que o problema não o impede de exercer a função para a qual se candidatou. De acordo com ele, o edital do concurso previa a realização de perícia médica para atestar a compatibilidade da deficiência do candidato com o cargo, no entanto ele critica a forma como os exames foram realizados.
Casagrande conta que a perícia prevista no edital deveria ser feita por uma equipe multidisciplinar, mas isso não aconteceu. Ele foi examinado por uma médica clínica geral em setembro de 2015 num consultório em São Paulo. Segundo ele, a médica não fez e nem solicitou exames, apenas verificou se ele era ou não deficiente. Em 14 de março de 2016, Casagrande foi nomeado no concurso. Na época, o Tribunal de Justiça solicitou que ele fizesse exames de sangue e de visão e Raio-X de tórax.





Enquanto isso, Casagrande tomava as providências para tomar posse do cargo. Deu baixa na carteira de inscrição na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), abriu conta em banco e vendeu uma empresa que tinha em seu nome, além de visitar o Fórum de Rio Claro para verificar seu futuro local de trabalho. Ele chegou, inclusive, a conversar com juízes e escolher uma mesa para se instalar.
Porém, no dia 28 de março deste ano, ele recebeu um telefonema do TJSP informando que ele deveria passar por uma nova perícia médica em São Paulo. Casagrande estranhou o fato visto que o exame não estava previsto no edital do concurso, a lei que rege as regras do certame. Além disso, a realização da segunda perícia não foi exigida dos candidatos da lista geral que não têm deficiência.
A perícia foi realizada pela mesma profissional que fez o primeiro exame. Posteriormente, o advogado recebeu uma ligação do Fórum pedindo que ele fosse até o local. Lá, Casagrande recebeu um laudo médico que o considerava inapto para o desempenho do cargo. A surpresa com o resultado do exame foi ainda maior já que o documento estava assinado por um médico diferente daquele que fez a perícia. Um profissional desconhecido que não fez qualquer tipo de exame no candidato, o que afronta o Código de Ética Médica que estabelece que é vedado ao médico “Assinar laudos periciais, auditoriais ou de verificação médico-legal quando não tenha realizado pessoalmente o exame” (Art. 92).


Recursos
Diante desses fatos, Casagrande decidiu entrar com recurso junto ao Tribunal de Justiça para tentar tomar posse do cargo. Ele pediu que fosse feita uma nova perícia por uma junta médica composta por três especialistas na área de deficiência. Nesse exame, Casagrande conta que foi muito maltratado por um dos profissionais. Tanto que se sentiu um criminoso sendo inquirido num tribunal de acusação. O advogado comenta ainda que as perguntas feitas pelos médicos eram constrangedoras e não tinham como objetivo avaliar a sua capacidade para o exercício da função. Ele foi inquirido sobre se conseguia tirar a roupa sozinho e como ia banheiro. Essa perícia também o considerou inapto para o cargo.
Casagrande então impetrou recurso para o presidente do TJSP. Na petição, ele apresentou oito laudos de médicos de diferentes especialidades que atestavam sua aptidão para o cargo. Diante disso, o presidente do tribunal pediu a realização de uma nova perícia, a quarta em sequência no processo. O exame foi feito por neurologistas com mais perguntas constrangedoras. Um dos médicos perguntou para a namorada de Casagrande como era a vida sexual do casal como se a informação tivesse alguma relevância para o desempenho do serviço. A tatuagem que ele tem na perna esquerda também foi incluída no relatório médico, bem como a forma de seu abdome que foi considerado “globoso”.
O presidente do Tribunal de Justiça não aceitou o recurso que foi negado no último dia 9. Diante disso, Casagrande decidiu divulgar o caso na imprensa. Além disso, ele vai recorrer ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), órgão fiscalizador do TJSP, para tentar reverter a decisão. O advogado quer assegurar seu direito de assumir o cargo para o qual foi aprovado. Segundo ele, a maioria de suas atividades seria desempenhada por meio eletrônico, o que ele já faz em seu home-office sem problemas.

Além disso, o próprio CNJ determina que o momento para verificar a compatibilidade com o cargo seria durante o estágio probatório que no setor público tem duração de três anos e não durante as etapas do concurso. Nesse período, o profissional é submetido a avaliações para verificar se tem condições de desempenhar as funções inerentes ao cargo.
Casagrande destaca ainda que nenhum concurso público exige aptidão plena e no momento ele tem condições de trabalhar. Também ressalta que o edital previa apenas uma perícia e quatro foram realizadas, todas com resultados negativos. A alegação do TJSP é que o advogado é portador de uma doença degenerativa e, por isso, no futuro poderia ficar incapacitado para o trabalho. Ele lembra que a lei de acessibilidade entrou em vigor no ano passado para promover a inclusão do deficiente à sociedade, mas a própria Justiça que deveria dar o exemplo e tutelar os direitos dos deficientes, caminha na contramão da legislação vigente no país.
“A gente passa num concurso, vence todas as etapas e é barrado por uma doença que você não controla. O Tribunal de Justiça me considera inapto para o trabalho. Com base nisso me pergunto se eu conseguiria me aposentar por invalidez no INSS”, diz Casagrande. Para ele, é injustificável impedir a contratação de candidato aprovado em concurso em função de uma patologia com prognóstico futuro incerto.

Outro lado
Procurado pela reportagem, o Tribunal de Justiça informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não pode fornecer detalhes sobre o caso de Marçal Casagrande, “em razão de o expediente conter informações acobertadas pelo sigilo médico”. O órgão disse ainda que “em publicação no DJE de 09/09/2016 há a decisão da Presidência do TJSP em desfavor do candidato, após ser ele submetido à
 junta médica”.

Fonte-A toda hora
 http://www.atodahora.com.br/advogado-deficiente-aprovado-em-concurso-do-tribunal-de-justica-luta-para-tomar-posse-do-cargo/

Cremepe vê apoio lento do INSS a famílias de bebês com microcefalia

Adriana Veloso, do INSS, e André Dubeux (dir), do Cremepe (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) vai elaborar um documento apontando a dificuldade de acesso ao benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelas famílias com crianças portadoras de microcefalia. O órgão ainda denuncia a falta de creches com atendimento especializado para os bebês.

Pelo levantamento do Cremepe, 152 das 379 famílias com crianças portadoras da malformação no estado ainda aguardam o benefício do Instituto. Os dados serão entregues ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) que deverá levar o caso a conhecimento das secretarias de Educação e Saúde municipais e estaduais, além do INSS.


“Essas crianças são vítimas da inércia do poder do Estado. É dever do Estado o direito a saúde. Então, nós temos que cobrar das autoridades competentes dados positivos e evitar que essas mulheres fiquem perambulando de um lado para o outro. O Estado é quem deve ir atrás delas e não elas atrás do Estado, porque o Estado é quem tem responsabilidade em se preocupar com essa atenção”, pontuou o presidente do Cremepe, André Dubeux.
O estudo foi apresentado e discutido na manhã desta terça-feira (20) na sede do Cremepe, no bairro do Espinheiro, Zona Norte da capital pernambucana. A reunião contou com representantes de conselhos e sindicatos de medicina, ONGs, INSS e MPPE.

De acordo com a representante técnica da perícia médica do INSS, Adriana Veloso,a demora para marcar um atendimento na rede não ultrapassa dois dias no Recife. Informação contestada pelas organizações de amparo a essas famílias.

“A demora chega, às vezes, a mais de 90 dias. Ligamos para marcar o atendimento, dizemos que nossos filhos têm microcefalia, mas nada é feito. Não estão cumprindo uma portaria ministerial que garante o atendimento prioritário para essas crianças”, relata a presidente da União de Mães de Anjos (UMA), Germana Soares.
A representante do INSS defende que o grande gargalo se dá apenas por um problema de comunicação na central de atendimento do instituto. “Desde o inicio do ano, vem se fazendo um esforço nessa questão e nós, inicialmente, fomos informados desse quantitativo de mães que aguardavam o beneficio. Assim, foi possível programar um mutirão. Esse fluxo tem que ser melhorado”, diz ao prometer que o órgão aparará essa aresta. No entanto, não informou um prazo para solucionar a questão.

 Mães de bebês com microcefalia estiveram na reunião no Cremepe (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Para a presidente da Aliança de Mães e Famílias Raras (Amar), Pollyana Dias, o documento não traz nenhuma novidade para as famílias das crianças portadoras da malformação. “Nenhuma surpresa, isso é algo do nosso dia a dia. Nós vivenciamos há tempos as doenças raras e já sabíamos dessa lacuna do atendimento”.

Entretanto, espera essa preocupação do Cremepe ajude a melhorar a situação dessas crianças. “Isso traz uma nova esperança de direcionamento, de atendimento e de responsabilidade para que não fique mais esse jogo de empurra empurra”, encerra.

Respostas
Procurada pelo G1, a Secretaria Municipal de Educação informou que há 16 estudantes com microcefalia matriculados em escolas, creches e creches-escolas no Recife. Segundo a pasta, os alunos têm aula nas salas regulares, junto com os demais estudantes da rede municipal, e são monitorados pela Divisão de Educação Especial (DEE) e pela Secretaria de Saúde do Recife.
Ainda de acordo com a Secretaria, os estudantes passam a desenvolver trabalhos no contraturno da aula da turma regular a partir do Grupo 4, sendo direcionados por 254 porfessores do Atendimento Educacional Especializado. Os alunos com deficiência que são mais dependentes são acompanhados por 850 estagiários e passaram a ter o suporte de Agentes de Apoio ao Desenvolvimento Escolar Especial.
A Secretaria de Saúde do estado ressaltou que já foi feito o levantamento de todas as mães que têm bebês com microcefalia no estado e, no dia 7 de dezembro de 2015, o governador Paulo Câmara enviou ofício à ex-presidente Dilma Rousseff solicitando providências por parte do Governo Federal e sugerindo a edição de lei assegurando a concessão de “pensão especial”, de caráter indenizatório para as famílias, nos moldes de casos como as mortes por hemodiálise em Caruaru, e as mortes pelo Césio 137 em Goiânia. Os pedidos foram reforçados em julho ao ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra.
A Secretaria Estadual de Educação apontou que, de acordo com a legislação, "a Rede Estadual não está incumbida de oferecer à população creches ou educação infantil – que é função dos municípios –, visto que cabe aos Estados da Federação a oferta do ensino médio. Porém, a Secretaria Estadual de Educação já começa a preparar o corpo de gestores e professores para receber os estudantes com microcefalia que chegarão, no futuro, às escolas estaduais".

Fonte-G1 PE

domingo, 18 de setembro de 2016

IFPE abre incrições na segunda-feira para 47 vagas

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) abre as inscrições do concurso público para 47 vagas de professores de ensino básico, técnico e tecnológico. Os salários variam de R$ 2.129,80 a R$ 9.572,67. As inscrições devem ser feitas de 19 de setembro a 18 de outubro pelo site www.cves.ifpe.edu.br. A taxa é de R$ 120 (veja o edital).

Fonte-G1

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Direito de ganhar-Amofada, cadeira de rodas motorizada ou manual e de banho

Você sabia que existe uma lei onde todo cidadão brasileiro, independente da renda familiar, tem o direito de ganhar de graça uma cadeira de rodas manual ou motorizada e uma cadeira de banho permanente?
   Muitas pessoas não sabem dessa direito, por isso, hoje vim publicar o material que minha amiga Cris Nunes me passou, explicando passo a passo de como solicitar as cadeiras e 
como funciona essa lei.
Secretaria de Saúde do Estado

    A Secretaria de Saúde do Estado, possui um programa de atenção integral a saúde da pessoa com deficiência, que compreende o acolhimento do usuário, em suas necessidades de saúde por meio de ações de promoção, prevenção, assistência, reabilitação e manutenção da saúde. 
   Para que o usuário tenha acesso aos serviços de reabilitação física é necessário que ele faça a inscrição na secretaria de saúde de seu município.
   Para fazer a inscrição o paciente ou alguém responsável por ele deverá levar a sua secretaria municipal de saúde, cartão SUS, cópia de documentos de endereço e prescrição(de órtese/ próteses ou reabilitação) de um profissional da Rede SUS.

Como conseguir doação de cadeira de rodas pelo SUS.
Para conseguir uma doação de cadeira de rodas é necessário:

1°- Ir ao posto de saúde do SUS
2°- Pedir ao medico um laudo determinando a necessidade de ter uma cadeira de rodas para livre locomoção,
3°- Com o laudo em mãos procure a secretária da saúde de sua cidade e explique que você tem o pedido da cadeira de rodas feito pelo médico.

IMPORTANTE:
As cadeiras motorizadas são oferecidas apenas para as pessoas que NÃO CONSEGUEM SE EMPURRAR SOZINHAS. Tendo em vista que, se alguém consegue se empurrar e começa a usar uma cadeira motorizada, essa pessoa tende a perder a musculatura dos braços e acaba se prejudicando com o tempo. 

Outra questão que também é avaliada, é o local em que o cadeirante mora. Se a casa do cadeirante tem escadas, é impossível de chegar na cadeira de rodas, a motorizada não é oferecida pelo motivo de ser muito pesada e difícil de ficar carregando "para cima e para baixo" toda vez que o cadeirante for sair de casa.


A LEI:
COORDENAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - LEGISLAÇÃO FEDERAL ÓRTESE, PRÓTESE E MATERIAIS ESPECIAIS-OPM

1-MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PORTARIA Nº 116, DE 9 DE SETEMBRO DE 1993 DO 176, DE 15/9/93

O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições e,considerando a integralidade da assistência, estabelecida na Constituição Federal e na Lei Orgânica de Saúde (Lei nº 8.080 de 16.09.90);
Considerando que o atendimento integral à saúde é um direito da cidadania e abrange a atenção primária, secundária e terciária, com garantia de fornecimento deequipamentos necessários para a promoção, prevenção, assistência e reabilitação;Considerando que o fornecimento de órteses e próteses ambulatoriais aosusuários do sistema contribui para melhorar suas condições de vida, sua integração social,minorando a dependência e ampliando suas potencialidades laborativas e as atividades devida diária;
Considerando a autorização estabelecida pela RS nº 79 de 02/09/93 do Conselho Nacional de Saúde, resolve:

1 - Incluir no Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde - SIA/SUS a concessão dos equipamentos de órteses, próteses e bolsas de colostomia constantes do Anexo Único.

2 - A concessão das órteses e próteses ambulatoriais, bem como a adaptação e treinamento do paciente será realizada, obrigatoriamente, pelas unidades públicas de saúde designadas pela Comissão Bipartite. Excepcionalmente, a referida comissão poderá designar instituições da rede complementar preferencialmente entidades universitárias e filantrópicas para realizar estas atividades.

3 - Caberá ao gestor estadual/municipal, de conformidade com o Ministério da Saúde, definir critérios e estabelecer fluxos para concessão e fornecimento de órteses e próteses, objetivando as necessidades do usuário.

4 - O fornecimento de equipamentos deve se restringir aos usuários do Sistema Único de Saúde que estejam sendo atendidos pelos serviços públicos e/ou conveniados dentro da área de abrangência de cada regional de saúde.

5 - Fica estabelecido que a partir da competencia setembro/93, o Recurso para Cobertura Ambulatorial - RCA será acrescido de 2,5 %, destinado ao pagamento das órteses e próteses fornecidas aos usuários.

Fonte-Cantinho dos cadeirantes

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Brasil conseguiu sua terceira medalha no dia. E foi de ouro, com o revezamento 4x100 masculino T11-T13.

No final da manhã desta terça-feira (13), o Brasil conseguiu sua terceira medalha no dia. E foi de ouro, com o revezamento 4x100 masculino T11-T13.
A equipe brasileira, formada por Daniel Silva, Felipe Gomes, Gustavo Araújo e Diogo Jerônimo conseguiu também estabelecer o recorde paralímpico, com o tempo de 42s37. Em segundo lugar ficou a China, e em terceiro, o Uzbequistão.

Fonte-Folha de PE

Mãe assiste Paralimpíada com seus filhos e ao chegar no quarto deles, ela tem uma surpresa!

Por Alertúcia Viana

Sábado à tarde eu* e meus filhos (Antônio, com 9 anos, e Leonor com 7 anos) sentamos para assistir, com calma, a reprise da abertura das Paralimpíadas Rio 2016.
Logo na primeira imagem de um atleta sem os braços, minha pequena Nonô (Leonor) deu um salto do sofá e disse que não entendia como alguém pode nascer "assim". Com calma expliquei que tudo (e todos) na vida pode nascer com a sua "diferença", que aquela pessoa não tinha o braço mas tinha todo o corpo funcionando saudavelmente (tanto que era um atleta!), tinha família, filhos que o amavam, etc., que ele era "diferente" e perfeito!
Meu filhote de 9 anos, para minha grata surpresa, ajudou-me a explicar para a irmã que muitos de nós "não temos diferenças físicas mas temos maus comportamentos e isso é uma deficiência de verdade".

Durante a cerimônia, naquela parte do "coração que pulsava" (momento maravilhosoooo!), segurando pra não chorar, expliquei a eles que todos temos um coração e é isso o que nos faz humanos e iguais nos direitos e deveres.
Quando "a escada virou rampa", rolou entre nós uma discussão produtiva. Antônio e Leonor (nenhum dos dois piscava na frente da TV!) se tocaram que uma rampa igual aquela "todo mundo sobe mesmo né???"... e perguntaram:
-Ôh Mãe, por que não fazem rampas??? 
-Tá vendo, filho? Agora é sua vez de cobrar, na escola, nas excursões. Incluir é também um trabalho para crianças!!!
 E não bastou o fim da cerimônia.
Ontem, enquanto eu descansava, flagrei meus filhos no quarto de brinquedos desenhando momentos da abertura, e registrei a ideia da inclusão sob os desenhos deles. Desenharam o coração e também alguns dos atletas com deficiência. 
Foi uma surpresa para mim, pois como mãe, tenho a certeza de que essa arte despretensiosa dos meus filhos mostra o quanto estão esclarecidos e, conhecendo cada um deles, sei vão tratar com mais naturalidade e um pouco de curiosidade (e não aquele espanto inicial) qualquer pessoa "diferente" que eles conhecerem.
Plantar a inclusão na cabecinha de crianças sem PRÉconceito é fácil, pode ser simples e prepara nossos filhos para serem pessoas muito melhores!!!
Fonte-Cantinho dos cadeirantes