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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, estudante, estou novamente como presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU,bailarino e agora,secretário e conselheiro do COMUD- Conselheiro municipal de defesa dos direitos da pessoa com deficiência, pai de um belo filho, marido de uma linda mulher .

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Encontro com Fátima Bernades fala sobre Teatro acessível

O programa Encontro com Fátima Bernades da Rede Globo falou sobre o dia Nacional do Teatro Acessível, com Tema:Arte, Lazer e Direito. Participam do Debate Atrizes Globais e um deputado Federal.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

História do movimento das pessoas com deficiência é contada em documentário

No sábado, 18 de outubro, aconteceu o pré-lançamento do documentário “Da invisibilidade à Cidadania: os caminhos da pessoa com deficiência”, no Teatro Franco Zampari, em São Paulo. A estreia oficial do documentário, em rede nacional, está prevista para 09 de dezembro na TV Cultura.

Estiveram presentes os participantes do documentário, entre eles a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella.

Produzido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, em coprodução com TV Cultura e  Produtora Gatacine, o documentário tem direção de Marcelo Galvão, diretor do longa metragem Colegas, filme protagonizado por jovens com síndrome de down. A estreia nacional fica prevista para dia 09 de dezembro, na TV Cultura.
 
O documentário tem duração de 50 minutos e conta um pouco sobre a história do movimento social e político das pessoas com deficiência em defesa de seus direitos no Brasil, tendo como foco as memórias de militantes e lideranças atuantes desde meados de 1981 - proclamado pela ONU como Ano Internacional das Pessoas Deficientes (AIPD).
 
O objetivo do documentário é trazer ao conhecimento público a existência do movimento das pessoas com deficiência, além de servir como referencial aos pesquisadores, aos novos ativistas e ao público em geral uma perspectiva histórica do movimento das pessoas com deficiência. O vídeo conta com os recursos de acessibilidade, legenda, Libras e audiodescrição. 

Fonte-Secretária da pessoa com deficiência em São Paulo

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

I Encontro Estadual das Mulheres com Deficiência" de Secretaria Da Mulher Pernambuco.


Mulheres com deficiência apontam demandas para pautar ações do próximo governo

Um relatório contendo as principais demandas relacionadas às mulheres com deficiência irá nortear a luta do segmento na busca da garantia de direitos e na implementação de políticas públicas a partir de 2015. O documento foi construído durante o İ Encontro Estadual das Mulheres com Deficiência, promovido pela Secretaria da Mulher de Pernambuco (SecMulher-PE), nesta quinta-feira (23/10), no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem. Cento e vinte e cinco mulheres participaram do debate que teve como tema "Mulher com deficiência: empoderamento e seus entraves.

Cresce quantidade de pessoas com deficiência que conseguem trabalho com carteira assinada

VEJA VÍDEO NO NETV 2° EDIÇÃO

Após sofrer bullying, modelo com vitiligo quebra barreiras no mundo da moda


Por Patrícia Colombo
Do UOL, em São Paulo


A indústria da moda vira e mexe estabelece padrões extremos de beleza a suas modelos, mas uma delas busca quebrar tabus e mostrar que a diversidade neste meio também é possível. A canadense Chantelle Winnie, portadora de vitiligo --doença cutânea que causa a perda gradativa da pigmentação da pele--, chamou a atenção da top Tyra Banks em seu reality show "America's Next Top Model". A bela também estrelou campanhas publicitárias e tem marcado presença em desfiles importantes, como o da grife Ashish, durante a temporada Primavera/Verão 2015, da Semana de Moda de Londres.
Chantelle, que tem Winnie Harlow como seu alterego [tipo Sasha Fierce para Beyoncé] e Chantelle Brown-Young como seu verdadeiro nome, foi diagnosticada com a doença aos quatro anos de idade. O distúrbio, que ocasiona a redução ou ausência completa de melanina em certas regiões do corpo, acabou lhe acarretando alguns apelidos desagradáveis, vindos de "coleguinhas" da escola. A exemplo do bullying sofrido, logo em sua primeira aparição no "America's Next Top Model", Chantelle comentou que já chegaram a lhe perguntar, em tom jocoso, se a mãe dela era branca, o pai negro e se ela não havia sido "preparada" direito enquanto estava na barriga, para justificar as tais manchas tão definidas.
"Precisei de muito tempo para construir dentro de mim a força e a coragem necessária para subir em uma passarela e me sentir poderosa", conta ela, em entrevista ao UOL Moda. "Não acho que o grande problema da nossa sociedade se encontra em como se lida com a beleza. Para mim, a questão maior está mais relacionada aos julgamentos. Quanto menos julgarmos e construirmos estereótipos, menos inseguras as pessoas se sentirão."
Reproduçã/Instagram/WinnieHarlow
Chantelle em selfie com a modelo e apresentadora Tyra Banks
Chantelle afirma que sua maior dificuldade, na transição da infância para a adolescência, foi a autoaceitação. "Acredito que as maiores batalhas que se têm na vida são com nós mesmos", diz. Segundo ela, a base da construção da autoestima está, primeiramente, em conseguir se orgulhar e ser feliz com quem você é por dentro. "Sempre há espaço para melhoria, somos seres em desenvolvimento. Mas é necessário conseguir se amar durante esse processo."
Nascida em Toronto, foi descoberta por uma jornalista local aos 16 anos. Seu rosto perfeito e porte de modelo, distribuído em 1,78m de altura, já a fizeram dar os primeiros passos na carreira, arrumando alguns trabalhos que mais serviam para construir portfólio do que propriamente para ganhar dinheiro. Na época, um vídeo em que contava sua história viralizou e foi a partir dele que Tyra Banks ficou sabendo da existência de Chantelle. A garota, que integrou a 21ª temporada do programa, atualmente no ar, tem visto sua carreira se transformar, principalmente por causa da atenção da mídia.
Confiante e bastante madura com apenas 20 anos de idade, a canadense é a atual garota-propaganda da grife espanhola Desigual e comenta que tem tido abertura na indústria da moda --mas que também não entra em grandes crises quando é negada para algum trabalho. "Nem todo mundo terá a mesma mentalidade para certas coisas", argumenta. "Se alguém não quer trabalhar comigo, não vejo isso como algo negativo. Apenas entendo que meu perfil não se encaixa no atual conceito do cliente, para determinada campanha ou desfile. As pessoas sempre relacionam tudo à beleza, quando ela apenas está nos olhos de quem a vê."

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Órfão, candidato cego fará o Enem para realizar sonho de ser advogado


No Piauí, candidatos com deficiência visual se preparam para as provas.
Entidade filantrópica desenvolve trabalhos de inclusão dos cegos.

José de Jesus perdeu a visão quando tinha 9 anos, um ano após a morte da mãe (Foto: Gustavo Almeida/G1)

Mais de 169 mil estudantes devem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em condições especiais no próximo mês em todo o país. Um deles é José de Jesus, 29 anos, natural do município de União, a 59 km de Teresina, Norte do Piauí. Há cinco anos ele deixou a comunidade Terra Vermelha, na zona rural, e veio para Teresina estudar braile na escola da Associação dos Cegos do Estado do Piauí (Acep). José sonha em ser advogado.


José de Jesus frequenta uma escola pública da capital piauiense e à tarde participa das aulas de braile na Acep. Ele perdeu a visão quando tinha nove anos, um ano após a morte da mãe. Dez anos mais tarde ele também perderia o pai e passou a morar com a avó, mas somente em 2009 mudou-se para Teresina com o objetivo de estudar.

    

Estudante tem aulas de braile para reforçar estudos (Foto: Gustavo Almeida/G1)Estudante tem aulas de braile para reforçar estudos
(Foto: Gustavo Almeida/G1)

Ele conta que o problema visual é hereditário. “É de família, muitos parentes meus têm deficiência visual”, disse o jovem. Somente após ter vindo para Teresina é que José aprendeu a ler, porque na cidade natal não tinha ensino especializado. Faltando poucos dias para o Enem, ele afirma que está se preparando para a prova, que será feita com o auxílio de um ledor (transcritor de braile). “Uma prova de 90 questões em braile seria complicado, então é melhor com o ledor”, explicou.

Essa é a segunda vez que ele fará o Enem, mesmo assim confessa que teme a grande concorrência. “Nas questões de matemática é muito complicado para um deficiente visual”, disse. Perguntado sobre qual profissão pretende seguir, ele afirma que deseja ser advogado e quer continuar morando em Teresina. “Aqui é onde tem as melhores oportunidades. Lá [em União] as coisas são mais difíceis”, pontuou.