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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Em sua primeira participação nas Paralimpíadas Escolares, Pernambucano conquista medalha de ouro

O pernambucano Josenílson Lima, 17, anos, estreou nas Paralimpíadas Escolares neste ano e, logo na primeira prova, na manhã desta quinta-feira, 28, na pista de atletismo do Ibirapuera, faturou o ouro. Ele saltou 2,82m, classe T42, e garantiu mais uma medalha para sua delegação.

Um ouro nas Paralimpíadas Escolares nem sequer passava pela cabeça do garoto até o meio do ano passado. Josenílson começou no esporte olímpico, também no salto em distância, em 2010. Acostumado a competir com atletas sem deficiência, ele teve de mudar o rumo da carreira após sofrer um acidente de moto em setembro de 2012, na cidade de Pesqueira, a 215 km do Recife, onde mora.

Apaixonado pela modalidade, o atleta não quis deixar a amputação na perna direita o afastar do esporte. E, por isso, procurou o paradesporto. Na classificação funcional para Paralimpíadas Escolares, ele ficou em dúvida sobre competir no arremesso de peso, sentado na cadeira de rodas, ou fazer o salto em distância.  Decidiu pela segunda prova, com a qual tem mais afinidade.

A escolha deu certo e o ouro veio. Sem condições de ter uma prótese especial para o salto em distância, Josenílson saltou somente com uma perna. Mas ele afirma que a dificuldade não é grande. “Como eu já era atleta da modalidade, aprendi muito bem a técnica. Só tive de me adaptar”, comentou. Empolgado com a competição, o pernambucano disse que, agora, vai voltar para casa, treinar mais e voltar no ano que vem para mais medalhas.



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