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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Susan Boyle diz que foi diagnosticada com síndrome de Asperger

Da folha de São Paulo

A cantora Susan Boyle, 52, descobriu há cerca de um ano e meio ser portadora da síndrome de Asperger.

Em entrevista ao jornal "The Observer", Susan revelou que durante a vida inteira foi erroneamente diagnosticada como portadora de "danos cerebrais" causados por baixa oxigenação durante o parto.

A escocesa virou uma celebridade instantânea em 2009 ao surpreender jurados e plateia no reality show de calouros "Britain's Got Talent". Após ser revelada pelo programa, ela se tornou uma das artistas que mais vende discos do Reino Unido.

"Quando eu era criança, me diziam que eu tinha dano cerebral. Mas eu sempre soube que era um rótulo injusto", disse Susan à publicação. Apesar de ter sido diagnosticada há um ano e meio, ela conta que só agora se sentiu segura para revelar.

"Agora eu tenho um entendimento muito mais claro do que está errado e me sinto aliviada e relaxada", se abriu Susan, que tem QI acima da média.

A síndrome de Asperger afeta as interações sociais e habilidades de comunicação, e pode dificultar relacionamentos e a habilidade de se comportar de forma apropriada em diferentes contextos sociais.

"Eu percebi que tinha uma doença séria e resolvi fazer um diagnóstico com um especialista escocês. Ninguém me mandou ir", lembrou Susan, ressaltando que o novo diagnóstico não a define.

"Não vai fazer diferença nenhuma na minha vida. É apenas uma condição com a qual eu tenho que conviver e superar", diz ela, embora acredite que agora as pessoas vão ter mais empatia e condescendência com ela ao saber da síndrome.


"Acho que agora as pessoas vão me tratar melhor, porque vão compreender como eu sou e porque me comporto desse jeito".

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