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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

domingo, 8 de dezembro de 2013

Verba milionária do MEC para alunos com deficiência é motivo de disputa

Pais e representantes de entidades como a Apae brigam no Congresso por um pedaço milionário do orçamento do MEC para atendimento aos estudantes.

Um detalhe de redação da Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE) está sendo objeto de uma intensa e silenciosa disputa no Congresso Nacional. De um lado, estão associações de pais de alunos com deficiência que defendem o direito dessas crianças e adolescentes de estudar em escolas regulares. Do outro, entidades assistenciais alegam que nem todos os estudantes conseguem obter bons resultados no ensino regular e defendem a manutenção das escolas especiais. Em jogo, estão os recursos repassados pelo MEC para escolas públicas e entidades que atendem esses alunos. Somente em 2012, os repasses chegaram perto de R$ 850 milhões.

Os repasses feitos pelo MEC são de três tipos: há um pagamento feito pelas matrículas no horário regular; outro pela prestação do chamado Atendimento Educacional Especializado (AEE), uma espécie de reforço escolar, oferecido no contraturno; e o terceiro, do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), destinado ao custeio de material de uso cotidiano. Dependendo da redação que o Senado vai dar ao PNE, entidades assistenciais como as associações de Pais e Amigos de Excepcionais (Apaes) podem perder a parte dos repasses relativa às matrículas de estudantes nas escolas especiais. Em 2012, essa parcela representou R$ 325,8 milhões, de acordo com o MEC.


A Meta 4 trata da educação inclusiva. Na versão formulada pela Conferência Nacional de Educação, em 2010, o texto traçava como objetivo “universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino”. Entidades como as Apaes iniciaram um forte lobby político, apoiadas por parlamentares como o ex-senador Flávio Arns (PSDB-PR). A redação aprovada na Câmara determinava que o atendimento deveria ser feito “preferencialmente” na rede regular, o que, segundo os opositores da proposta, poderá dificultar a inserção dos alunos das escolas abertas.

Fonte-Correio Braziliense

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