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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Coletivo artístico cria a ‘máquina para ser outra pessoa’

Como seria se uma pessoa racista passasse um tempo no corpo de alguém da etnia que detesta e menospreza? Ou então, qual seria a reação de um machista ao se ver na pele de uma mulher? O coletivo artístico BeAnotherLab tem tentado responder estas perguntas. Na prática.

O grupo desenvolve o trabalho The Machine to be Another, ou “a máquina para ser outro”, em tradução livre. Inspirado em experimentos neurocientíficos, o projeto envolve um mecanismo que permite “enganar” o cérebro de alguém, fazendo com que ele pense que está no corpo de outra pessoa.

Além de tratar das questões de gênero e etnia, o BeAnotherLab também fez uma impressionante experiência com uma dançarina com deficiência física. Em uma cadeira de rodas, ela usou os óculos que davam a impressão de que ela era uma bailarina com seus movimentos normais. Enquanto isso, uma outra mulher fazia a performance idêntica, mas sem a cadeira de rodas. 



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