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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

sábado, 25 de janeiro de 2014

Exoesqueleto para Deficiente deve chegar em Fevereiro no Brasil

                    Máquina pretende permitir que paraplégico dê pontapé inicial na Copa.
                  Cientista diz que equipamento estará pronto a tempo do mundial de futebol.


O equipamento que pretende fazer um jovem paraplégico dar o pontapé inicial da Copa do Mundo deve chegar ao Brasil no início de fevereiro, disse o pesquisador brasileiro Miguel Nicolelis, que lidera as pesquisas para desenvolver o exoesqueleto comandado pelo cérebro.
"Os oito primeiros pacientes já foram escolhidos [para testar a máquina no Brasil]. Inclusive estou indo para a França para realizar os últimos testes mecânicos do exoesqueleto antes de trazê-lo para o Brasil, o que deve acontecer no início de fevereiro”, disse.

Três unidades do equipamento devem vir da Europa para São Paulo. Os testes no Brasil acontecerão em um laboratório dirigido por Nicolelis na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).
A pouco menos de cinco meses do início da Copa, o cientista garante que tudo estará pronto para a partida inicial: "Sem dúvida. Tem cem pessoas espalhadas pelo mundo, trabalhando nisso dia e noite!”.
As primeiras fotos do exoesqueleto, divulgadas no final do ano passado, mostravam uma estrutura metálica presa às pernas de um boneco. O equipamento pode ser conectado diretamente ao cérebro do paciente, que então controla partes mecânicas como se fossem membros de seu próprio corpo. Dessa forma, é possível que o paraplégico movimente as pernas e chute uma bola.

A técnica faz parte de uma linha de pesquisa conhecida como "interface cérebro-máquina", com a qual Nicolelis já obteve resultados internacionalmente relevantes. Em um dos mais importantes, o neurocientista fez com que macacos não só controlassem uma mão virtual, como também sentissem uma espécie de tato quando exerciam a atividade.

O Walk Again Project (Projeto Andar de Novo) é uma parceria entre a Universidade Duke e instituições de Lausanne (na Suíça), Berlim e Munique (ambas na Alemanha), Natal e São Paulo.

Fonte-G1

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