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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Praia acessível possibilita a deficientes conhecer o mar


Programa estadual oferece oportunidade marcante para deficientes.
Mais de cinco mil atendimentos já foram feitos.

O programa Praia Acessível do Governo do Estado de São Paulo tem feito a alegria dos deficientes que moram e visitam a região da Baixada Santista, no litoral de São Paulo. As cadeiras adaptadas proporcionam a ida à praia para as pessoas que não teriam a possibilidade de conhecer o mar.
A jornalista Lais Serrão, que tem esclerose múltipla, conheceu o programa há três anos e já perdeu as contas de quantas vezes já utilizou o serviço. Para ela, ir ao mar proporciona mais do que a felicidade de sentir a água salgada. “É muito bom ir ao mar, sentir a água, só que mais do que isso, é o espaço de convívio, eu encontro outros deficientes, chamei um pessoal de São Paulo também, é bem legal”, comenta.

Para o secretário de defesa e cidadania de Santos, Marcelo Del Bosco, o importante do programa é mostrar que todos tem a possibilidade de conhecer o mar. “É uma cidade de praia e nós realmente esperamos que as pessoas frequentem o mar”, explica.
Em Santos, são seis cadeiras com rodas adaptadas. Elas podem ser utilizadas por 30 minutos e incluem o passeio pela areia e o banho de mar, sempre acompanhados de um profissional especializado. Em quatro anos, o programa já atendeu mais de cinco mil deficientes em todo o estado de São Paulo.


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