Quem sou eu

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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Blitz com cadeirante


No vídeo humorado, guardas desconfiam que o cadeirante está ‘dirigindo’ alcoolizado

Este vídeo de humor postado pelo canal Parafernalha, mostra dois guardas realizando uma blitz. O humor vem pelo fato da blitz ser com um cadeirante que está andando pelas ruas. Esse tipo de vídeo acaba tendo diferentes interpretações de quem assiste. Alguns acham um deboche ou uma falta de respeito. Mas o humor basicamente satiriza pessoas e situações, principalmente aquelas relacionadas à nossa vida real.

Mas também há um outro lado, onde podemos pensar, que o vídeo mostra primeiramente, que o cadeirante andando pela rua, representa a falta de acessibilidade nas calçadas. Muitos andam pela rua, mesmo com falta de segurança, pois dependendo pela calçada fica impossível.

Depois a maneira totalmente sem nexo, das perguntas e ordens passadas pelos guardas, como por exemplo pedindo que o cadeirante ande em linha reta para verificar se ele não está embriagado, pode demonstra como a sociedade não sabe lidar com as pessoas com deficiência, e o universo relacionado à eles.


Encontramos situações semelhantes em nosso cotidiano, que apesar de não ter a intenção de satirizar, acabam sendo muito engraçadas. Ricardo Shimosakai, que é cadeirante, conta que certa vez, quando estava escolhendo um tênis em uma loja, um vendedor veio atendê-lo e começou a oferecer algumas opções mais confortáveis, que tinham amortecedores no calcanhar. Sem lógica oferecer esse tipo de recurso para quem nem consegue andar. Essa é uma situação engraçada, mas dependendo do caso, pode trazer problemas.

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