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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Menino sem braços que sonha ser policial visita batalhão da PM

Um menino de quatro anos, que nasceu sem os braços, visitou o 13º Batalhão de Polícia Militar (PM) de Rio do Sul, no Vale do Itajaí. João Alberton sonha em ser da corporação e, por isso, os policiais se deslocaram até a casa dele e o levaram para viver um dia de policial na quarta-feira (5). "A capacidade dele é enorme e ele tem grande habilidade com os pés", explica a soldado Jerusa Fronza.

O menino andou de viatura, conheceu o 13º Batalhão de Rio do Sul, atendeu uma ligação simulada na Central de Emergência e foi até comandante da guarnição. João conta que quer ser policial "para prender bandidos". Segundo a PM, o garoto prova a cada dia sua capacidade de viver, servindo como um exemplo de superação.

"Há umas duas semanas, conhecemos o menino por meio de uma matéria na televisão, em que ele dizia querer ser policial. Então combinamos com a mãe dele para ele passar o dia com a gente", explica a soldado Jerusa.

"Ele ficou super entusiasmado, participou da rotina e gostou muito. O ponto alto foi andar de viatura e atender ao telefone. Não tem ninguém na família que seja policial. Acho que nos desenhos a que ele assiste, a polícia sempre faz o bem, protege as pessoas. Semana que vem, começam as aulas e ele quer contar para todo mundo", conta Dilma Alberton, a mãe.
Segundo a soldado, o menino ganhou alguns itens da PM, como uma lanterna, um boné e também um leão de pelúcia, símbolo do programa antidrogas da corporação. "Foi uma forma de homenagem para ele, que ficou extremamente feliz", conta a soldado.

Fonte-G1

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