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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Cão que perdeu as quatro patas anda e pula normalmente graças a próteses

Segundo veterinários, é cada vez mais comum uso de próteses em cães.


O cão Naki'o, sem raça definida, foi encontrado por um casal do estado do Nebraska, nos Estados Unidos, com as patas e o rabo presos no gelo. As quatro patas tiveram de ser amputadas. Mas um veterinário especializado nesse tipo de caso desenvolveu quatro próteses para o cachorro. Hoje ele corre e pula como qualquer outro cão.

"No início, Naki'o era cauteloso e reservado. Seis meses depois de tudo isso acontecer, ele se tornou apenas um cara divertido que gosta de socializar", diz Martin Kaufmann, sócio de uma clínica veterinária especializada em próteses e órteses chamada OrthoPets.

Agora, Naki'o vive com o casal que o encontrou. Mais veterinários estão usando cadeiras de roda, órteses e próteses para melhorar a vida dos cachorros que perderam membros devido a deformidades, infecções ou acidentes, segundo especialistas.  

Esse movimento é impulsionado por donos de bichos que são persistentes nos cuidados com seus animais de estimação e não ficam desencorajados pelos custos de equipar seus cães com deficiência com esse tipo de equipamento. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos têm visto um grande avanço tecnológico nessa área, estimulado pelo número de soldados americanos que voltam feridos da guerra. Os veterinários estão adaptando essas tecnologias para satisfazer as exigências cada vez maiores dos donos de animais.

 
"Há tantas coisas que podemos fazer para resolver problemas mecânicos. Se você tem partes quebradas, podemos substituí-las", diz Kaufmann. O custo da maior parte dos equipamentos varia de US$ 150 a US$ 2 mil, mas podem custar mais, segundo o veterinário. Só a clínica de Kaufmann atende cerca de 2 mil animais por ano.

Fonte G1

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