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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

domingo, 15 de junho de 2014

Para ampliar acessibilidade, Gol testa atendimento em libras

Cliente poderá falar com atendentes da companhia aérea em tempo real usando terminais especiais em aeroportos
A Gol iniciou na semana passada um projeto piloto para melhorar o atendimento a deficientes auditivos. A empresa instalou dois terminais nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos que permitem ao usuário se comunicar com os atendentes da Gol usando a Língua Brasileira de Sinais (Libras). A meta da empresa é colocar a plataforma em pelo menos dez aeroportos até o fim do ano.

Por meio do terminal, o usuário pode se conectar por vídeo a uma central de tradução. Um intérprete fluente em Libras traduzirá as palavras do passageiro para um funcionário da Gol no aeroporto, em tempo real. No momento, a Gol mantém seis atendentes que dominam a língua de sinais. O serviço está disponível de segunda a sexta, das7hàs19h, e aos sábados entre 7h e 13h.

A equipe de callcenter é terceirizada, formada por colaboradores da Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME), uma instituição sem fins lucrativos que da consultoria a empresas sobre projetos de acessibilidade.

A iniciativa faz parte de um projeto da Gol para aprimorar o atendimento a pessoas com necessidades especiais, disse o diretor de operações aeroportuárias da empresa, André Lima. “Fizemos estudos no fim do ano passado e entendemos que precisamos de soluções que permitam que esse passageiro tenha mais autossuficiência.”

No ano passado, dos 36 milhões de passageiros transportados pela Gol, cerca de 1 milhão informaram ter necessidades especiais. Dentro desse grupo, há cerca de 15 mil passageiros surdos. Segundo dados do IBGE, cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil são surdas ou têm grave deficiência auditiva.

A Gol vai testar como os passageiros interagem com o terminal em junho e julho.

Até o fim do ano, a empresa oferecerá o atendimento em libras nos principais aeroportos – Santos Dumont, Galeão, Brasília, Confins, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvador, além dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos.

Dificuldades. A presidente da Associação dos Deficientes Auditivos-Visuais e Deficientes Auditivos (Adavida), Aparecida de Fátima Negresiolo, não consegue citar uma empresa que preste atualmente atendimento adequado para o cliente surdo.“Algumas empresas oferecem um número de telefone específico para atender deficientes auditivos, mas, na prática, isso não vem funcionando bem”, diz. Um dos pleitos das ONGs que lutam pela inclusão social da população surda é a contratação de intérpretes em libras em locais públicos.

A Caixa Econômica Federal é uma das empresas com projetos mais avançados nesta área. O banco começou a treinar os funcionários para atendimento em libras em 2008 e atualmentepossuicercade4miltrabalhadores que compreendem a linguagem de sinais. O banco também oferece atendimento específico na sua central de atendimento para esse público. Só em 2013, o banco recebeu 69,6 mil ligações neste canal.

● Atendimento especial
1 milhão de passageiros da Gol em 2013 tinham necessidades especiais. 15 mil eram surdos


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