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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Startup brasileira que leva música para surdos vence competição em Los Angeles

Música para todos. Esta é a premissa da startup Ludwig, que criou uma pulseira capaz de traduzir canções para deficientes auditivos. A empresa foi a vencedora do pitch fight do Venture in LA, missão de negócios que acontece em Los Angeles, nos Estados Unidos, organizada pela MidStage Ventures.

Criada por uma equipe de empreendedores em Campinas, a empresa foi representada por Gabi Vandermark. Depois de um pitch de três minutos, Gabi apresentou o negócio por mais dez minutos. Em busca de investimentos, a empreendedora convenceu a plateia, que votou pelo Twitter. “No médio prazo, buscamos uma parceria estratégica, estabelecendo uma conexão com uma instituição que foca em surdos e deficientes auditivos”, diz Gabi.

A Ludwig, que começou em 2013, já havia recebido, no Brasil, o título de startup de destaque pela Apple. Com tecnologia totalmente brasileira, a pulseira transmite vibrações relacionadas com as notas musicais, permitindo que a música faça parte da vida de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva.

“Temos um protótipo totalmente funcional, pronto para ser produzido em massa. Não pensamos apenas em vender pulseiras. O mais importante é disponibilizar algo que vai fazer a diferença na vida das pessoas”, diz.

A startup e-beauty, um sistema de gestão para salões de beleza, ficou em segundo lugar na competição de dez empresas. Para Lucas Júdice, organizador do evento, as startups representaram bem o Brasil. “Todas as empresas foram muito bem e venceram o medo de falar em público em inglês. Acho a Ludwig um negócio social interessante que pode mudar muito o mercado”, diz.

Foto: Priscila Zuini


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