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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

sábado, 30 de janeiro de 2016

Cadeirante toca em bateria de bloco como 'terapia' para superar acidente

Rodrigo Bottini é um dos 220 batuqueiros do Bangalafumenga de SP.
Ele toca surdo no bloco, onde também conheceu a mulher.

Na manhã deste sábado (30), o analista financeiro Rodrigo Bottini, de 40 anos, encara seu quarto carnaval como um dos 220 batuqueiros do bloco carioca Bangalafumenga. Cadeirante há oito anos, Bottini entrou na oficina paulistana de percussão do cordão, em 2012. Apaixonado por música e carnaval, ele buscava uma atividade que pudesse unir os dois interesses e ainda repelir qualquer tipo de tristeza.
“Eu estava atrás de fazer algo diferente e o bloco me serve como terapia também. Tem dias que você está mais pra baixo, e ali você esquece do mundo lá fora e passa viver aquele som da bateria. Fazer música é muito legal. Você se sente parte de algo muito importante”, conta.
Rodrigo sofreu um acidente em 1998, na casa de amigos, durante uma brincadeira na piscina. Desde então, investe em atividades físicas que estimulem sua reabilitação.


Na oficina do bloco, gamou no surdo de segunda –instrumento que dá a marcação à bateria. “Sempre gostei do barulho, da musicalidade, e resolvi tocar surdo. Lá eu soube que eram três tipos, escolhi o de segunda aleatoriamente e, desde então, não parei mais. Foi paixão à primeira vista”, brinca.
Mais tarde, a bateria ainda lhe renderia um segundo amor. Foi na folia de 2013 que ele decidiu transformar a amizade com uma das colegas de batuque em romance. “Entrei na bateria em março e ela em agosto. Ela foi tocar o mesmo instrumento que eu tocava, começamos a ficar amigos. Eu já estava querendo mudar essa história e ela nem imaginava. Foi um processo longo."
O roteiro da conquista começou com uma viagem relâmpago para curtir o desfile do Bangalafumenga no Rio. Bottini comprou as passagem e não teve escapatória. “A gente foi de avião, comprei para mim e para ela e lá a gente começou a ficar mais amigo, passamos o dia todo junto. Quebrou um pouco do gelo e do preconceito. Era tudo novidade para ela. Ela nunca tinha saído com alguém na minha condição.”



Na oficina do bloco, gamou no surdo de segunda –instrumento que dá a marcação à bateria. “Sempre gostei do barulho, da musicalidade, e resolvi tocar surdo. Lá eu soube que eram três tipos, escolhi o de segunda aleatoriamente e, desde então, não parei mais. Foi paixão à primeira vista”, brinca.
Mais tarde, a bateria ainda lhe renderia um segundo amor. Foi na folia de 2013 que ele decidiu transformar a amizade com uma das colegas de batuque em romance. “Entrei na bateria em março e ela em agosto. Ela foi tocar o mesmo instrumento que eu tocava, começamos a ficar amigos. Eu já estava querendo mudar essa história e ela nem imaginava. Foi um processo longo."
O roteiro da conquista começou com uma viagem relâmpago para curtir o desfile do Bangalafumenga no Rio. Bottini comprou as passagem e não teve escapatória. “A gente foi de avião, comprei para mim e para ela e lá a gente começou a ficar mais amigo, passamos o dia todo junto. Quebrou um pouco do gelo e do preconceito. Era tudo novidade para ela. Ela nunca tinha saído com alguém na minha condição.”

Fonte-
Lívia MachadoDo G1 São Paulo

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