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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

sábado, 30 de abril de 2016

Curtidas no Facebook podem ajudar bebês com microcefalia no Recife

Bebês com microcefalia recebem estimulação na Fundação Altino Ventura, no Recife
Foto: Diego Nigro/JC Imagem
 
Da Editoria Cidades

Que tal fazer uma boa ação quando você estiver navegando no Facebook? A dica é entrar na página da empresa Viabilizze – Força Coletiva e curtir. Basta isso. Cada curtida será convertida no valor de R$ 1 para ajudar crianças com microcefalia atendidas pela Fundação Altino Ventura (FAV). É simples e não vai lhe custar nada. Mas pode ajudar a vida de 294 bebês portadores da anomalia.
A campanha, lançada pelo portal de financiamento Viabilizze e pela FAV na quinta-feira (28), Dia Mundial da Boa Ação, termina em 8 de maio, Dia das Mães. Até lá, a meta é conseguir dez mil curtidas. O dinheiro repassado à fundação será usado na compra de kits de estimulação às crianças.
Liana Ventura, presidente da FAV, explica que o kit é necessário para os bebês continuarem em casa os exercícios que fazem no centro de reabilitação. São brinquedos que estimulam a visão pelas cores, contrastes e luz, assim como outros sentidos (tato e audição). “É muito importante para o aprendizado dos bebês”, destaca a médica.


Os brinquedos são confeccionados pelas mães das crianças com microcefalia, em oficinas realizadas na FAV, na Iputinga, Zona Oeste do Recife. “Estamos atendendo crianças de 5 a 7 meses, os estímulos são diferentes em cada faixa etária. Quanto maior o estímulo, melhor é a resposta no desenvolvimento do bebê”, observa Liana.
As mães são treinadas na FAV para estimularem os filhos em casa.

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