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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Facebook fará legendas automáticas de fotos para pessoas com deficiência visual

Mais de 2 bilhões de imagens são compartilhadas nos serviços do Facebook todos os dias. Esse número inclui fotos que circulam no Instagram e no WhatsApp, o que não deixa a estimativa menos impressionante. O problema de tanto conteúdo em imagem é que os usuários que têm deficiência visual não podem aproveitá-los. Mas há uma boa notícia para esse grupo: o Facebook terá em breve um recurso que gerará legendas automáticas para as imagens.

Na semana passada, o Twitter lançou uma função com propósito semelhante. Com ela, os usuários podem colocar legendas com até 420 caracteres nas imagens publicadas na rede social para descrevê-las para pessoas que acessam o serviço com o auxílio de leitores de tela.

Já no Facebook, o recurso será mais avançado: um sistema de redes neurais analisará cada imagem compartilhada por lá para identificar os objetos presentes nela. Os itens reconhecidos serão, na sequência, relatados na descrição da foto.

Inicialmente, apenas os usuários que utilizam leitor de tela a partir do iOS (VoiceOver) poderão usufruir da novidade. O Facebook explica que, até então, leitores somente podiam pronunciar o nome da pessoa que postou a imagem seguida do termo “foto”. Agora descrições como “a imagem aparenta mostrar três pessoas sorrindo ao ar livre” deverão ser rotina.


 Reconhecer objetos em imagens é um desafio e tanto, mas várias empresas estão empenhadas em desenvolver esse tipo de tecnologia. O Google, por exemplo, pesquisa o assunto há tempos para melhorar a classificação automática de imagens no Google Photos. No caso do Facebook, a equipe responsável pelo projeto trabalha na ideia há pelo menos cinco anos.

Os frutos desses esforços serão avaliados agora. O próprio Facebook reconhece que os resultados iniciais podem não ser tão interessantes assim, mas a companhia está confiante: o algoritmo de reconhecimento foi treinado com milhões de exemplos.

Há outro fator importante: esse é um sistema que aprende, logo, quanto mais uso for feito dele, melhor tende a ser o reconhecimento de objetos nas imagens. É possível até que o Facebook aproveite essa tecnologia dar a todos os usuários a opção de organizar os álbuns de fotos com mais precisão


 Mas a prioridade do Facebook está mesmo no grupo com deficiência visual: a companhia estima que 39 milhões de usuários da rede social são cegas ou têm dificuldades severas para enxergar. A empresa também calcula que outros 246 milhões de participantes têm algum nível importante de deficiência visual.

A descrição automática de imagens começa a ser disponibilizada nesta semana para usuários do iOS que usam o Facebook em inglês. Mas a companhia já avisou: está nos planos disponibilizar o recurso em outras plataformas e idiomas tão logo for possível.


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