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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Mulher que nasceu sem os braços e as pernas posta vídeos inspiradores para mostrar que tudo é possível

“Meu nome é Pauline, me sinto abençoada por ser mãe, esposa, empreendedora e advogada, mas faço tudo isso de uma maneira um pouquinho diferente porque nasci sem os braços e as pernas”. É assim que Pauline Victoria Aughe, 36, se apresenta. A americana, que hoje mora no Havaí, viaja o mundo com palestras motivacionais.

Ela explica ao “Daily Mail” que seus pais, militares americanos, só souberam da sua limitação no parto, quando nasceu sem os braços, sem a perna direita e sem osso na coxa esquerda. Os exames pré-natais não indicavam nenhuma alteração. Especialistas acreditam que isso pode ter ocorrido por duas razões. Sua mãe tomou remédio por sofrer com enjoo severo durante a gravidez. Ela também trabalhava num hospital e, frequentemente, era exposta ao raio-x. Ainda assim, são apenas suposições.
Quando criança, o pai de Pauline indicou o uso de próteses, mas como demandava muito esforço ele mesmo sugeriu que ela usasse aquela energia em algo mais importante do que andar. E foi isso que Pauline fez. Frequentou a escola regular e diz que sempre levou uma vida normal. “Quando adolescente, eu fiz tudo que podia – namorei, pratiquei esportes… Acho que como nunca soube como era ter braços e pernas, fazer as coisas da maneira como fazia, era normal para mim.” Ela se formou em jornalismo na Califórnia, mas acabou se tornando uma advogada em prol de pessoas com deficiência.

Em 1998, conheceu o marido, Ted Aughe, motorista que trabalha com o transporte de pessoas com dificuldades motoras. Não demorou muito tempo para se apaixonarem e, em 2002, eles se casaram. “Eu era uma noiva típica. Foi um dia lindo”, conta. Em 2005, mais uma grande notícia: Pauline descobriu que estava grávida. Quando deu à luz a Aaron, contou com a ajuda do marido e dos enteados, frutos de outro casamento de Ted. Não foi fácil, mas deu tudo certo. Mesmo com os desafios enfrentados ao longo da vida, Pauline se diz uma pessoa otimista. “Para mim, simplesmente não existe a palavra não. Certamente aprendi isso ao ter o meu filho. Se eu consegui alcançar tudo que alcancei, todo mundo consegue”.


Pauline e Ted no dia do casamento e quando Aaron nasceu (Foto: Reprodução/ YouTube)

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