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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Projeto cria teatro de fantoches para falar de inclusão social

Os bonecos são adaptados para ilustrar e promover a inclusão social de pessoas com deficiência (Foto: reprodução EPTV)

Quem viu o Mais Caminhos da semana passada vai se lembrar da matéria sobre moda inclusiva apresentada pela Aline Lima. Roupas e acessórios feitos especialmente para pessoas com deficiência física têm facilitado a vida de muita gente, garantindo mobilidade, conforto e, é claro, estilo. Agora, a repórter Edlaine Garcia mostra um projeto que tem como objetivo promover os direitos humanos com foco nessas pessoas. Como? Através do teatro de fantoches para crianças. O resultado você vê aqui!

 Quem busca completar essa missão é a ONG Sorri, com o projeto "Interação sem Limites" da Turma do Bairro, criada em Campinas há 28 anos. A opção pelos fantoches é um instrumento eficiente para abordar um assunto sério. Quem confirma é a coordenadora do projeto, Maria Olímpia Luz: “Os bonecos encantam e falam de uma forma muito gostosa a respeito de um assunto que é pesado, falar de deficiência não é fácil, mas eles mostram o lado positivo, o do que eu posso, não o do que eu não posso”.


Os astros dessa turma animada são os bonecos Marcos, Ronaldo e Patrícia, a Pati. Eles formam a Turma do Bairro e fazem a criançada cair na gargalhada com suas histórias.  “Tem tudo a ver com cidadania, com respeito, com a gente pensar que o outro pode, e é o empoderamento da pessoa com deficiência que nós trabalhamos aqui”, explica a Maria Olímpia.
Cada boneco tem a função de transmitir a mensagem de alguma forma. Alguns deles têm a mesma deficiência das pessoas reais. O fantoche Marcos, por exemplo, usa cadeira de rodas e ganha vida nas mãos do ator Genivaldo Aleixo. “O Marcos me ensinou que a gente pode ver o mundo de perspectivas diferentes, a gente tem que criar um mundo que seja para todos”, conta.
Já o boneco Ronaldo, que ganha vida com o ator Rodolfo Berini, é cego e também dá lição de vida para o seu ator comandante: “É irônico, porque ele não enxerga, e ele me ensinou exatamente a enxergar, a olhar para o meu semelhante independente da condição e a saber que a diferença não faz a menor diferença... foi isso que ele me ensinou”.

Resultados
Caio é um exemplo do trabalho da ONG Sorri. O que para jovens da idade dele é simples foi conquistado com estímulos dos trabalhos da Turma do Bairro. “Fez muita diferença! Nossa, mudou demais a vida do Caio!”, conta a mãe Rosana Alves.
Logo após nascer, Caio teve uma complicação de saúde que deixou sequelas com atrasos de coordenação motora e uma deficiência auditiva de 75%. Hoje ele é exemplo para os amigos e dá show no futebol do bairro.
Para conhecer o pessoal da Turma do Bairro e também o Caio e seus amigos, é só clicar no vídeo e conferir tudo:

Fonte-G1. ASSISTA VÍDEO

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