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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Metrô não investe em acessibilidade desde 2014, aponta levantamento

O Metrô de São Paulo não investe em acessibilidade desde 2014, segundo levantamento feito pelo SPTV com base nas planilhas de execução orçamentária da companhia nos últimos três anos.
Em 2013, os gastos com acessibilidade chegaram a R$ 6,4 milhões. Em 2014, os investimentos pararam meio e o ano fechou com um número negativo. Em 2015 não foi feito nenhum investimento nessa área. E, em 2016, a acessibilidade simplesmente não está na tabela.
O governo do estado disse que investiu R$ 13 bilhões nos últimos 5 anos no Metrô em São Paulo e que este ano serão mais R$ 3 bilhões do tesouro estadual na companhia. Mas não destacou o quanto disso foi para a acessibilidade.
O passageiro Luis Carlos Félix da Silva, que é deficiente visual, faz o mesmo caminho todo dia. Ele precisa contar com a ajuda de quem encontra pela frente para não se perder. A dificuldade já começa no terminal de ônibus de Itaquera, onde precisa da ajuda de um fiscal conhecido para chegar nas catracas. Dali até o trem, ele depende de mais ajuda.
“O piso tátil do terminal, do ponto de ônibus da lotação de onde a gente desce vindo de caso, até você adentra o metro, até a estação ele é desgastado. Ele feito no chão no piso no concreto, mas ele se desgasta e perde a sensibilidade”, diz Silva.


Na estação Belém só tem piso tátil nas escadas nas bordas, na parte debaixo e na parte de cima. Mas não tem o caminho feito de piso tátil do vagão até a escada, e da escada até a saída. Assim, o deficiente visual acaba se confundido com o piso da estação, que é um piso preto de bolinhas. Então, ele precisa de ajuda de alguém para passar pela catraca e sair da estação.
Na estação da Sé, os obstáculos são os mesmos. Essa dificuldade é um reflexo da falta de investimento da companhia em acessibilidade.
Prejuízo de R$ 332 milhões


Nesta quarta-feira (4), a planilha orçamentária do Metrô mostrou que a empresa teve que absorver um prejuízo de R$ 332 milhões. Isso porque, desde 2011, a verba que, por contraro, o Metrô tem que repassar para a Via Quatro por passageiro transportado é maior que o valor da tarifa.
Esse prejuízo continua até hoje. No ano passado, o governo do estado se comprometeu a cobrir o rombo a partir de 2015.
José Carlos Nascimento, diretor financeiro do Metrô, disse ao SPTV que "essa perda não afetou em qualquer momento a qualidade do serviço oferecido pelo Metrô".
"Os investimentos não ficaram comprometidos por conta desse recurso porque os investimentos são garantidos por financiamentos e empréstimos contraídos juntos a instituições financeiras e pelo recurso transferido pelo governo do Estado pelo Tesouro Estadual."
As equipes de fiscalização do Tribunal de Contas do Estado ainda não analisaram as contas do Metrô de 2015. O dados serão consolidados em um relatório de fiscalização que servirá de base para análise dos órgãos técnicos. O Metrô poderá se manifestar e, segundo o TCE “em sua argumentação e justificativas, a companhia deverá, inclusive, informar as medidas que serão adotadas (ou foram adotadas) para cobrar os seus credores.”

Fonte-G1VEJA VÍDEO

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