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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Tocha já percorreu vários pontos de Brasília

 Pernambucana Natália Mayara foi uma das atletas que participou do revezamento da tocha em Brasília

Em solo brasileiro desde o início da manhã desta terça-feira (3), a chama olímpica, principal símbolo dos Jogos Olímpicos, já percorreu os principais pontos de Brasília e passou pelas mãos de grandes atletas e paratletas brasileiros. A honraria de ser a primeira brasileira a carregar a tocha em solo nacional foi da bicampeã olímpica no vôlei, Fabiana Claudino.
A flama também foi conduzida pelo matemático Artur Ávila Cordeiro, primeiro pesquisador brasileiro e da América Latina a receber a Medalha Fields, considerada o Prêmio Nobel da Matemática. O surfista brasileiro Gabriel Medina, primeiro campeão mundial do País, a jogadora de vôlei Paula Pequeno e a pernambucana Natália Mayara, ouro no evento-teste do tênis em cadeira de rodas, realizado na Cidade Maravilhosa, foram alguns dos condutores.

A celebração também contou com momentos emocionantes. Assim como foi o trajeto feito pelo ex-maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima. Medalha de bronze nos Jogos de Atenas/2004, ele recebeu a chama dentro da Catedral de Brasília e deixou o ponto turístico da cidade fazendo o tradicional aviãozinho, repetindo o gesto realizado em sua chegada após o término da maratona daquela edição dos Jogos, após ter sido segurado por um padre irlandês enquanto liderava a prova.
Uma cena inusitada também atraiu os olhares do Brasil e do mundo. A flama da Rio-2016 visitou um dos cartões postais de Brasília e desceu de rapel, amparada pelo sargento Manuel Gonçalves, a ponte Juscelino Kubitschek. Depois, cruzou de canoa o Lago Sul, antes de chegar de helicóptero ao Estádio Mané Garrincha. Lá, foi recebida pelo zagueiro Lúcio, pentacampeão mundial com a seleção brasileira de futebol.

O momento em que a tocha chegou às mãos do ex-meio-fundista Joaquim Cruz, detentor da medalha de ouro nos 800m nos Jogos Olímpicos de Los Angeles/1984 e prata em Seul/1988, na mesma prova, foi um dos mais emocionantes. Joaquim, que carregou a chama pelas ruas de Taguatinga, cidade onde nasceu, foi ovacionado pelos populares que acompanhavam o revezamento.
A festa de encerramento em Brasília está marcada para as 20h50, com o retorno à Esplanada dos Ministérios, nas mãos da medalhista olímpica do vôlei, Leila. Além de contemplar o símbolo olímpico, o público presente ainda contará com shows gratuitos de Daniela Mercury, Diogo Nogueira, Ellen Oléria e artistas locais.
A chama se prepara para percorrer mais de 300 cidades por todo o Brasil, até aportar no Rio de Janeiro, no dia 5 de agosto, na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, realizada no estádio do Maracanã. Ao todo, 12 mil condutores participação do revezamento durante 95 dias.

Fonte-Folha de Pernambuco

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