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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Casal que adotou bebê com síndrome de down garante que ela é a alegria da casa



O casal Érika Benetti, 45 anos, e Carlos Benetti, 33 anos, estavam desde 2009 na fila de espera para adoção na Vara da Infância e Juventude.


Quando, finalmente, uma ligação de uma psicóloga do Lar de Miriam colocou Natália, um bebê de 6 dias com Síndrome de Down, na vida deles e tudo mudaria para sempre.
Após três filhas de um outro casamento (21,24 e 26 anos), Érika que fez laqueadura, optou juntamente com seu marido pela adoção.


“A psicóloga nos ligou uma quarta-feira, mas na sexta-feira já queria uma resposta se ficaríamos ou não com a criança. Pensei muito, não conseguia nem trabalhar direito. A Érika me apoiaria em qualquer decisão”, explica Carlos.
“Neste curto espaço de tempo, uma noite o Carlos me convidou para jantar e me levou comprar um par de brincos para a Natália. Logo no dia seguinte fomos buscar ela, era 20 de dezembro de 2013”, conta Érika.


Hoje, com 2 anos, toda a família diz que ela é a alegria da casa. “Tudo na Natália é um aprendizado, ela nos ensina muito, só distribui amor”, diz a mãe.
“Talvez senão tivéssemos adotado, a Natália estaria ainda no Lar de Mirian. Hoje, se precisasse, faria tudo novamente, sem pensar duas vezes. Tem muito tabu em cima das crianças com síndrome de down”, conta o pai, que é técnico em mecânica.

“Existe um preconceito das pessoas infelizmente. A Natália faz tudo que qualquer outro bebê faz, é extremamente carinhosa. Tudo de bom que está acontecendo na nossa vida é por causa da nossa filha”, ressalta Érika, auxiliar de enfermagem no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM).

Fonte: A Razão

O casal Érika Benetti, 45 anos, e Carlos Benetti, 33 anos, estavam desde 2009 na fila de espera para adoção na Vara da Infância e Juventude.
Quando, finalmente, uma ligação de uma psicóloga do Lar de Miriam colocou Natália, um bebê de 6 dias com Síndrome de Down, na vida deles e tudo mudaria para sempre.
Após três filhas de um outro casamento (21,24 e 26 anos), Érika que fez laqueadura, optou juntamente com seu marido pela adoção.
“A psicóloga nos ligou uma quarta-feira, mas na sexta-feira já queria uma resposta se ficaríamos ou não com a criança. Pensei muito, não conseguia nem trabalhar direito. A Érika me apoiaria em qualquer decisão”, explica Carlos.
“Neste curto espaço de tempo, uma noite o Carlos me convidou para jantar e me levou comprar um par de brincos para a Natália. Logo no dia seguinte fomos buscar ela, era 20 de dezembro de 2013”, conta Érika.
Hoje, com 2 anos, toda a família diz que ela é a alegria da casa. “Tudo na Natália é um aprendizado, ela nos ensina muito, só distribui amor”, diz a mãe.
“Talvez senão tivéssemos adotado, a Natália estaria ainda no Lar de Mirian. Hoje, se precisasse, faria tudo novamente, sem pensar duas vezes. Tem muito tabu em cima das crianças com síndrome de down”, conta o pai, que é técnico em mecânica.
“Existe um preconceito das pessoas infelizmente. A Natália faz tudo que qualquer outro bebê faz, é extremamente carinhosa. Tudo de bom que está acontecendo na nossa vida é por causa da nossa filha”, ressalta Érika, auxiliar de enfermagem no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM).
Fonte: A Razão


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