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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

sábado, 20 de agosto de 2016

MVP da última temporada da WNBA pelo Chicago Sky, Elena Delle Donne, de 26 anos, tem uma carreira sólida no basquete que a permite aproveitar diversos lugares no mundo longe da sua cidade natal, no pouco conhecido estado de Delaware.
No entanto, apesar de estar no Rio de Janeiro para sua primeira Olimpíada defendendo a seleção feminina norte-americana de basquete, a ala de 1,96m tem um motivo que praticamente a mantém sempre perto da casa da família.
Ao contrário de muitas jogadoras da WNBA que jogam em times de outros países durante as férias nos Estados Unidos para manter a forma física e ganhar mais uma fonte de renda, Delle Donne abdica dessa opção.
O motivo? Cuidar da irmã mais velha, Elizabeth, que é surda, cega, autista e tem paralisia cerebral.
“Lizzie”, como ela é chamada pela jogadora de basquete, já fez mais de 20 cirurgias nos mais de 30 anos de vida.
“Meu relacionamento com minha família significa muito para mim. Por isso eu prefiro ficar em casa na intertemporada”, disse Delle Donne, ao ESPN.com.br. “Minha irmã é cega e surda, então para interagir com ela eu realmente preciso estar do lado dela”, completou.
Segundo a jogadora, toda a comunicação da irmã é baseada nos sentidos que ainda restam nela. Então ela pode “cheirar seu cabelo, puxar ou até lamber sua cabeça”.
No último ano, a ala, que tem médias de 20,8 pontos e 6,6 rebotes por partida na carreira na WNBA, escreveu uma emocionante carta para sua irmã no site “The Players Tribune”.
“Eu não posso falar com ela por Skype se estiver com saudades, não posso mandar uma mensagem de texto, não posso ligar. Eu tenho que estar com ela para me comunicar”, descreveu.


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Delle Donne entra em quatra nesta quinta-feira para defender os Estados Unidos contra a França na semifinal do torneio olímpico. Ela tem médias de 9 pontos, 3,4 rebotes e 3,2 assistências por partida.

Fonte-UOL

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