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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Venda para deficientes se limita a carros pequenos e exige paciência

Cerca de 50 milhões de brasileiros têm direito a desconto, mas a burocracia desmotiva
A lista de doenças e necessidades especiais contempladas com abatimento do IPI e outras alíquotas na compra de um automóvel no Brasil não cabe nesta reportagem.
São cerca de 50 milhões de brasileiros que têm direito ao desconto previsto em Lei -- que pode chegar a 30% do valor do carro. Porém, poucas são as opções para quem quer um veículo maior. Com o limite de R$ 70 mil para se ter também o abatimento do ICMS, os compradores ficam restritos a veículos compactos, pois são raros os modelos médios e/ou SUVs que se enquadram nesse valor.
A médica Aline Affonso de Carvalho se viu dentro deste "limite". Com hérnia de disco cervical, ela tem direito a comprar carro com "desconto completo" (dos dois impostos), mas o desejo de comprar um Honda HR-V esbarra no preço -- custando a partir de R$ 78 mil, o utilitário fica além do teto estabelecido por lei. Neste caso, só se consegue o abatimento do IPI.
Só que Aline também teve restrições até para escolher a versão de seu Honda City. Ela queria a mais completa, EXL, que custa R$ 79.800, mas levou para casa a LX, que tem preço sugerido de R$ 69 mil. "Eu tinha uma versão EXL antes. Tive que piorar o 'nível' de equipamentos para poder utilizar o desconto e me enquadrar nos critérios", lamenta.





 "Temos oferta para todos os modelos nacionais", afirma Luis Pacheco da Silva, diretor de Vendas Corporativas da Peugeot



Falta de opções

Não tem muito para escolher também. Hatches médios até estão mais dentro da "realidade", mas quem quer um sedã médio, por exemplo, fica restrito a três modelos que têm versões até o limite de R$ 70 mil. Um é o Toyota Corolla GLI 1.8, o mais barato da linha, que custa R$ 68.740; o Citroën C4 Lounge, por sua vez, parte de R$ 69.990 na Origine com motor 2.0 flex e câmbio automático; já a Peugeot, recentemente, lançou uma configuração de entrada do 408 de olho nesse mercado, chamada de Allure Business, que custa R$ 69.990 (também 2.0 automático).
"Temos hoje oferta para todos os modelos nacionais. Nossas ações comerciais estão direcionadas a dar acesso a nossa linha de produtos com descontos especiais, além das isenções", explica Luis Pacheco da Silva, diretor de Vendas Corporativas e Seminovos da marca francesa.
A Hyundai Caoa também tratou de puxar o Tucson para baixo. Na linha 2015, o SUV ficou acima dos R$ 70 mil. O jeito foi lançar uma versão sem os bancos de couro e a central multimídia, por R$ 69.900, para não perder este filão do mercado.
A fabricante tem departamento específico para vendas e pós-venda para este segmento do mercado. Algumas concorrentes já fazem o mesmo: Peugeot e Honda, por exemplo, mostram áreas específicas dentro do site. Ao clicar, pode-se até ver o preço dos modelos com desconto.

Fonte-UOL

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