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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Brasil conquista a prata nas duplas mistas da bocha

                                                 Foto: Daniel Zappe / CPB
A disputa é entre duplas, mas a equipe é formada por três pessoas, dois titulares e um reserva. Dirceu Pinto e Eliseu Santos buscavam o tricampeonato paraolímpico na bocha. Marcelo Santos, irmão de Eliseu, ainda não tinha medalhas. Mas na final da classe BC4, disputada na tarde desta segunda-feira, os eslovacos Michaela Balcova e Samuel Andrejcik levaram a melhor e ganharam por 4 a 2.

— Nossa meta era ficar entre os três. Lutamos pelo ouro, mas a dupla da Eslováquia não se desconcentrou em nenhum momento — comentou Dirceu, logo acrescentando:

— A prata também é excelente.

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Na decisão contra os europeus, jogaram Marcelo e Eliseu. Os brasileiros saíram vencendo, abrindo 2 a 0 na primeira rodada — são quatro ao total. Na segunda, Michaela e Samuel empataram em 2 a 2. E nas duas seguintes marcaram mais um ponto em cada, fechando em 4 a 2.

— Jogamos o que a gente sabia, era o momento deles — lamentou Marcelo.

Os irmãos Santos, assim como Dirceu, têm distrofia muscular progressiva. A doença degenerou alguns músculos e colocou os dois em uma cadeira de rodas. Para que a patologia não evolua mais, eles fazem tratamento e fisioterapia. No esporte, encontraram alegria e vontade de vencer.

— Fiquei três anos sem sair de casa, a bocha mudou minha vida — enfatizou Dirceu.

— Queremos abrir portas para as pessoas com mobilidade reduzida — concluiu Marcelo.

*ZHESPORTES-

Por: Cristiel Gasparetto- enviado especial ao Rio

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