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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Para poupar, candidatos pedem para diminuir acessibilidade de propaganda

 

Alessandro Molon (Rede), Carlos Osorio (PSDB), Flávio Bolsonaro (PSC), Jandira Feghali (PCdoB), Indio da Costa (PSD) e Pedro Paulo Carvalho (PMDB) se uniram para tentar economizar na campanha pela Prefeitura do Rio.

 

Eles pediram à Justiça Eleitoral que as coligações pudessem escolher entre uma das três medidas obrigatórias de acessibilidade para as propagandas eleitorais gratuitas na TV
No texto, alegam que a audiodescrição (faixa narrativa para cegos), legenda e Libras (Língua Brasileira de Sinais) “tornará o custo das campanhas extremamente alto”. Argumentam ainda que “um recurso supre a utilização do outro”.
Mas o TRE negou o pedido e, de quebra, notificou as emissoras a não receberem mídias sem as três medidas de acessibilidade.
“Não me parece que há prerrogativa aos partidos de imporem a interpretação que lhes parece melhor à legislação eleitoral. Muito pelo contrário, devem se submeter ao que vem do TSE”, decidiu o juiz Marcello Rubioli.

Fonte-EXTRA

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