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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA e Secretário do DA-Diretório Acadêmico do curso de Economia-UFPE,CAA

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

"Sociedade sem Educação".Parque inclusivo do Recife é quebrado

Brinquedos destinados a crianças Com Deficiência não resistiram ao uso indevido e se arrebentaram

Os brinquedos inclusivos do Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife, inaugurados em 12 de outubro do ano passado, não resistiram ao uso indevido e já estão quebrados. Projetados para crianças portadoras de necessidades especiais, o vai e vem, a gangorra e os balanços são utilizados pelo público em geral, inclusive adultos.

"Vejo meninos já grandes se divertindo nos brinquedos dos cadeirantes, mas não posso reclamar com o filhos dos outros. Eles pulam e se balançam, por isso os brinquedos se quebraram. Se fossem usados da forma correta, só por crianças deficientes, não estariam assim", comenta Alexandre Ítalo Barbosa, que acompanhava a filha no parque, ontem.

A professora Ana Beatriz Oliveira Marinho, mãe de um garoto de 11 anos, que depende de cadeira de rodas para se locomover, levou o filho ao parque, mas ele não quis usar os brinquedos. "Eu vim em outubro, logo depois da inauguração, porém ele teve muita resistência. Acho a ideia interessante, é o único parque inclusivo da cidade", destaca.

Ela passeava na Jaqueira, à tarde, com o filho. "Em outubro, logo na primeira semana de funcionamento, havia guardas em volta dos brinquedos para orientar os pais. Eles explicavam como colocar a cadeira de rodas e não deixavam as outras crianças usarem os brinquedos, indevidamente", comenta Ana Beatriz.

Com apenas três meses de funcionamento, o vai e vem teve de ser interditado porque as barras de ferro foram quebradas. Dois balanços não têm mais condições de uso. Frequentadores do parque destacam a falta de divulgação e de sinalização dos brinquedos inclusivos.

A Emlurb, responsável pela manutenção do parque, confirma as informações de frequentadores sobre o mau uso dos brinquedos, por parte de crianças que não são deficientes e de adultos. A prefeitura promete fazer os reparos o mais breve possível. Os brinquedos foram doados pela empresa Duracell.

Fonte-JC ONLINE

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