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Um ser humano simples com defeitos, virtudes e que a cada dia procura viver de uma forma mais coerente possível para ser feliz. Sou cadeirante desde 1977 devido a poliomielite (Paralisia infantil), blogueiro, ex Locutor do telemensagem Shalom,Palestrante, presidente da A.D.C.C.-ASSOCIAÇÃO DOS CADEIRANTES DE CARUARU, Ex bailarino,ex secretário e conselheiro do COMUD- Conselho municipal de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, ESTUDANTE DE ECONOMIA NA UFPE CAA(Passei a emoção é inexplicável)! Primeiro cadeirante aprovado e sem cota em ampla concorrência. Membro do NACE-Núcleo de Acessibilidade da UFPE-CAA. Estudante em pesquisa de extensão em Direitos Humanos-UFPE CAA

sábado, 30 de abril de 2016

Pesquisa associa vírus da zika com doença neurológica em Pernambuco

Uma pesquisa realizada pelo Hospital da Restauração, no Recife, descobriu a associação entre o vírus da zika e a encefalomielite aguda disseminada (Adem, na sigla em inglês). Dos 180 pacientes examinados pela equipe da chefe do serviço de Neurologia da unidade de saúde, Maria Lúcia Brito Ferreira, oito apresentaram resultado positivo. A doença é uma síndrome autoimune que causa inflamação no sistema nervoso central.

O estudo reuniu esses 180 casos de manifestações variadas de problemas neurológicos provocados por arboviroses de dezembro de 2014 a março deste ano. Desse quantitativo, 60 pacientes desenvolveram a Síndrome de Guillain-Barré e 30 apresentaram encefalite, Adem ou mielite.


"Sem dúvida há relação com as doenças com o vírus da zika. Claro que não podemos esquecer os outros vírus como chikungunya e dengue, mas especificamente esses casos chamaram a atenção da literatura, que foram os primeiros casos confirmados", citou Lúcia Brito.
O diagnóstico foi definido a partir de exames clínicos e laboratoriais, além de ressonância magnética. Os pacientes com a Adem apresentam irritação, sensação de angústia e queixa de fraqueza no corpo, além de dificuldade motora e de visão. "A encefalomielite aguda disseminada é um quadro mais complexo. O paciente apresenta alteração do nível de consciência. Ou seja, ele pode entrar em coma”, ressalta a médica.
Dos oito pacientes, dois continuam com sequelas da doença quase um ano após desenvolver a doença. “É uma criança com défice motor e um adulto com dificuldade motora e alteração da visão”. Lúcia Brito ainda adiantou que 20 a 30% dos pacientes permanecem com sequelas da Adem mesmo após o tratamento. O próximo passo da equipe médica é acompanhar esse contigente estudado para ver se surge alguma reação diferente.

Fonte-G1 PE

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