terça-feira, 8 de outubro de 2013

Bebê com paralisia é esquecido por funcionários em creche por duas horas e meia

Duas horas e meia. Esse foi o tempo que um menino com paralisia cerebral ficou "esquecido" no berço de uma creche em Caeté, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Miguel Simão vai completar dois anos em 2013 e sofre de paralisia cerebral por causa de uma complicação no parto. A família conseguiu uma vaga na creche municipal, onde a criança também realiza fisioterapia, mas levou um susto na última semana.

A van que leva Miguel em casa chegou vazia. O pai, William Simão, correu até a creche e, com a ajuda de um segurança, descobriu o filho no berço.

— Ele procurou as chaves e entrou pelos fundos. Meu filho estava lá com febre, desprotegido, com um cobertor.

A mãe, Érica Simão, vê desleixo por parte da funcionária que fecha a escola.

— Ela alegou que as últimas crianças saíram, ela entrou no banheiro, saiu e trancou o berçário. Então não há a revisão de olhar os meninos no berço antes de sair.

A Prefeitura de Caeté informou que procurou a família para se explicar e que os responsáveis pelo espaço vão responder a uma sindicância interna.


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