A meta é proporcionar cuidados amplos e adequados aos
integrantes desse público e às suas necessidades, além de proteção e
convivência para que eles possam estar plenamente inseridos na sociedade.
Os deputados aprovaram em plenário, em primeira votação,
a criação do programa “Residências Assistidas para Pessoas com Deficiência” em
Mato GrossoSite externo.. A meta é proporcionar cuidados amplos e adequados aos
integrantes desse público e às suas necessidades, além de proteção e
convivência para que eles possam estar plenamente inseridos na sociedade.
A resposta dos parlamentares mato-grossenses à lacuna
existente no estado, nesse campo, aconteceu exatos cinco anos após o Brasil
ratificar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU – a
Organização das Nações Unidas – e adotá-la com status de Emenda Constitucional.
Com isso, Mato Grosso pode reforçar sua posição nesse contexto.
A atenção especial proposta está no Projeto de Lei n°
576/2012, do deputado Wagner Ramos (PR). Ela significa que o atendimento deve
ser disponibilizado sempre quando existir situação de vulnerabilidade ou de
risco social.
Também, nos casos de semidependência para realização de
atividades da vida diária e as famílias não tenham condições de prover esses
cuidados ou, ainda, quando pessoas desse grupo não possuam famílias ou tenham
sido abandonadas.
“Essa atenção especial também deverá prevenir o
isolamento e a institucionalização da pessoa com deficiência, a partir do
fortalecimento dos vínculos familiares – quando houver – e da sua reinserção na
comunidade da qual faz parte”, alertou Wagner Ramos. O projeto prevê ainda
instalação de residências apropriadas nas comunidades que ofereçam ao paciente
infraestrutura adequada e inclusão social, com cuidados de profissionais
especializados.
A mais recente edição relacionada à Convenção sobre os
Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU foi realizada em Brasília entre os
dias 03 e 06 de dezembro do ano passado. O PL 576/2012 começou a ser analisado
pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação.
Fonte: O documento

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